domingo, 15 de maio de 2011

Para memória futura

Uma pequena amostragem da última táctica desta época, para "eternizar" estes jovens jogadores...

Até sempre!!!
http://prezi.com/cfwoijl_yqtu/tactica_jogo_nunalvares/

José António Moreira

terça-feira, 5 de abril de 2011

Leça do Balio, 2 - SCNA, 2

Onze inicial

Fábio
Miranda (juvenil)
Nunes
Ricardo
Cadani
Alexandre
Paulo Marques ( Cap)
Paulinho
Nuno
Guedes (juvenil)
Fábio Rocha

Suplentes
Ricardo (juvenil)
Rui Sousa
Filipe
Chaneto
Bruno
Tiago

Substituições
Miranda > < Rui Sousa 43'
Cadani > < Filipe 35'
Nuno > < Chaneto 43'
Alexandre > < Tiago 66'
Fábio Rocha > < NBruno 85'

Cartões

Amarelos:

Paulo Marques 60'
Chaneto 80'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ªParte

0 - 1 30' Paulo Marques
1 - 1 41'
2ª Parte

2 - 1  60
2 - 2  80' Auto-golo

Apreciação da equipa
Teve início a prova-extra que junta os sextos classificados das cinco séries disputadas ao longo da época, tendo a nossa equipa se deslocado a Leça do Balio para defrontar os juniores locais, num estádio com óptimas condições e com um piso em relvado sintético.


Resumidamente, devo dizer que, na minha opinião, a nossa equipa teve uma prestação mediana, mostrando não ser inferior ao seu antagonista, mas sem fazer uma partida das mais inspiradas. Não fomos tão fortes em matéria de posse de bola como gostaríamos, nem estivemos concentrados o suficiente para tirar proveito do adiantamento da linha defensiva do nosso adversário.

A manutenção da posse de bola foi dificultada, antes de mais, pelas características do terreno – em cuja velocidade da bola diferencia-se do seu rolamento num campo “pelado” como o nosso –, bem como pela proximidade das linhas da equipa do Leça do Balio, na medida em que a linha defensiva encostava na linha intermédia, congestionando muito aquela zona do campo, cenário que levava a muitas perdas de bola.

O adiantamento da defesa adversária poderia ter sido melhor aproveitada por nós, não fora o assincronismo verificado entre o jogador que fazia o passe e o colega que se desmarcava em ruptura. Caímos, assim, demasiadas vezes em fora-de-jogo, quando deveríamos ser capazes de usufruir do facto do nosso adversário ter-se exposto bastante, já que arriscou muito ao bascular a sua defesa até próximo da linha de meio-campo, sendo certo que reconheço nos nossos jogadores competências para delinearem “últimos passes”, bem assim como desmarcações em profundidade, para sentirem-se bem neste “ambiente” criado pelo opositor.

Em suma, devo destacar a entrega de todos, mas entendo dar destaque à exibição do Miranda (um juvenil que tem feito uma grande época), sempre muito concentrado a defender, assim como a prestação do Nunes, a qual, na minha análise, foi a mais conseguida da equipa, atendendo a que desempenhou muito bem as coberturas defensivas aos seus colegas, fazendo uso de uma velocidade e leitura de jogo muito apreciáveis.

Parabéns a todos! Vamos treinar bem esta semana, para tentar ganhar ao Marco, no próximo sábado.

Saudações desportivas,



José António Moreira

segunda-feira, 7 de março de 2011

SCNA, 4 - Cete, 1

Onze inicial
Ricardo (juvenil)
Cadani
Nunes
Bruno
Ricardo
Rui Sousa
Rúben
Alexandre
João Costa
Paulo Marques ( Cap)
Tiago

Suplentes
Paulinho
Chaneto
Filipe
Nuno
Fábio Rocha

Substituições
Bruno > < Paulinho 44'
Tiago > < Chaneto 44'
Alexandre > < Fábio Rocha 44'
Rúben > < Nuno 54'
Ricardo > < Filipe 60'

Cartões

Amarelos:
Rui Sousa 80'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
1 - 0  Rúben
2 - 0  Rúben
3 - 0  Rúben
2ª Parte
4 - 0 Filipe
4 - 1

Apreciação da equipa
Bom, lá se findou mais um campeonato, como sempre, de uma forma muito célere, tal é o nosso envolvimento e a nossa paixão pelo futebol em geral, e pela nossa realidade futebolística em particular.
Quedámo-nos por uma posição intermédia na tabela classificativa, mas, passe a imodéstia, acredito que merecíamos uma posição mais cimeira, mais consentânea com o nosso valor, sem embargo de reconhecer que o futebol não se compadece deste tipo de abordagens.

Ainda assim, convém realçar que o nosso propósito não assenta exclusivamente na consecução de vitórias, mas também na assimilação de competências por parte dos atletas, que lhes permitam tornar-se mais competitivos no seu percurso desportivo e, desejavelmente, nas suas vidas profissional, social e familiar.

Quero crer que, de um modo geral, foi alocada a estes rapazes – quanto mais não seja – uma outra forma de ver o futebol, isto é, todos os treinadores são diferentes, pelo que, para o bem e para o mal, cada um transmite as suas ideias, cabendo aos jogadores filtrarem as que entendem melhor servir a sua realidade.

Os meus jogadores gostam de me conotar – enquanto treinador – como fazendo uso de uma postura bastante condescendente. É certo que privilegio bastante um relacionamento de amizade com todos eles, mas a minha postura vai de encontro àquilo que eu entendo ser o mais apropriado para a sua “inclusão” no grupo e para o seu crescimento enquanto homens, acreditando (como eu acredito) que um treinador deve contrariar o velho adágio popular de que “não basta sê-lo, tem que parecê-lo”, ou seja, os jovens são muito bons a “rastrear” o treinador, condição que, do meu ponto de vista, faz com que o “Mister” “mais do que parecê-lo, tem que o ser”, sob pena de não conseguir granjear o respeito e a admiração dos seus jogadores.

Não posso deixar de enfatizar sempre que muitas das minhas acções procuram adequar-se ao cenário (entenda-se clube e escalão) em que estamos inseridos. Outras realidades merecerão, porventura, outro tratamento…

Reportando-me ao jogo de domingo, com o Cete, digo, sucintamente, que foi uma vitória justa, da equipa que melhor domina o jogo. Destacou-se o Rúben, pelos três golos que marcou, prémio bem merecido para este humilde rapaz, que tanto evoluiu em apenas duas épocas. É dos jogadores mais fortes na concentração táctica, aplicando como nenhum outro colega o momento da transição defensiva, qualidade sempre muito difícil de incutir nos atletas. Esta característica do Rúben denota, desde logo, um sentido colectivo enormíssimo, que o leva a socorrer os seus colegas nos momentos de perda de bola. Parabéns Rúben!

Destaco, igualmente, o golo do Filipe, não pelo golo em si, mas pela sua atitude de vir festejar comigo o golo obtido. Obviamente que, sem prejuízo da minha alegria sempre que tal acontece, o meu destaque não decorre dessa “confraternização” comigo, mas sim do facto deste ter sido o atleta que menos tempo jogou nesta partida e tal não o conduziu a uma postura de “amuo”, bem pelo contrário, o Filipe entrou envolto em vontade e alegria de jogar, que se traduziu em todo aquele contentamento sequencial ao seu golo obtido. O Filipe bem o merece, também, dada a sua atitude ao longo da época!

Muito mais haveria (e haverá) ainda para dizer, mas fico-me por aqui, deixando os parabéns a todas as equipas que participaram neste campeonato, com especial destaque para o líder Marco.

Saudações desportivas,

José António Moreira

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Alpendorada, 1 - SCNA, 2

Onze inicial
Fábio
Cadani
Nunes
Paulinho
Ricardo
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Guedes (juvenil)
Tiago
João Costa

Suplentes
Rui Sousa
Filipe
Chaneto
Bruno
Nuno

Substituições
João Costa > < Chaneto 44'
Tiago > < Filipe 44'
Alexandre > < Rui Sousa 60'
Paulo Marques > < Nuno 65'

Cartões

Amarelos:
Guedes 90+1'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
1 - 0 3'
1 - 1 11' Tiago / João Costa

2ª Parte
1 - 2 90+1' Guedes

Apreciação da equipa
Quem assistiu a esta partida em Alpendorada – e não conhecia a nossa equipa – deve ter atribuído o desfavorável desenrolar do jogo para o nosso antagonista como resultante de um dia de menor inspiração. Mas quem conhece o real valor dos meus atletas sabe que a superioridade evidenciada não decorre do acaso, mas sim da qualidade que a nossa equipa possui, desde que num cenário motivacional propício a que a mesma expurgue todas as suas competências.


Este jogo até começou de um modo negativo para nós, na medida em que sofremos um golo logo nos minutos iniciais do encontro, porém, a nossa reacção foi excelente e passámos a desenhar todo o nosso “jogar”, com uma alegria e um sentido colectivo dignos de realce, condição que fez com que a nossa equipa se revelasse a mais competente e a mais capaz de traduzir o seu ascendente em oportunidades de golo.

Num campo cujas dimensões se assemelham às do nosso terreno de jogo, começámos a “pisotear” todos os seus recantos, traçando jogadas que se socorriam de uma boa mobilidade e de uma qualidade de passe apreciável. A nossa linha defensiva assumiu uma postura arrojada e encostou na linha intermédia, ajudando a criar superioridade numérica na conquista da bola e na transição ofensiva, preferencialmente, em segurança.

Foi num lance de transição ofensiva que o Guedes “queimou linhas” muito bem, até encontrar o Tiago numa desmarcação em largura e fazendo-lhe um passe soberbo que foi muito bem sequenciado pelo nosso atacante, com um chapéu ao guarda-redes, tendo o João Costa “validado” o golo quando a bola se dirigia para o fundo das redes.

Registo que a boa exibição prolongou-se por todo o jogo, não obstante as habituais substituições realizadas, tendo os jogadores entrados se integrado muito bem no ritmo da equipa.

Todos os jogadores se exibiram, então, em bom plano, mas só quero registar uns aspectos que muito me agradam:

• A participação – com boa exibição – do Alexandre, que é um atleta que tem tido sempre uma postura exemplar;

• A continuidade das boas exibições por parte do Ricardo – outro jovem que me alegra ver jogar bem, tal é a sua humildade;

• O golo repartido pelo Tiago e pelo João – o Tiago por ser o seu (merecido) primeiro golo e o João pelo seu regresso; e

• O grande jogo do (juvenil) Guedes, não me tendo escapado os quilómetros percorridos durante a partida, em permanentes transições, e com a qualidade que se lhe reconhece, tendo sido premiado com a marcação do golo da vitória. Com este sentido, este rapaz tem futuro.

Há jogadores que não foram mencionados, mas tal não deslustra a sua qualidade exibicional, como sejam os casos do Paulo Marques, do Nunes, do Rúben e do Paulinho, atletas dos quais já esperamos estas competências.

Em suma, foi óptimo termos regressado às vitórias e termos dado mostras da nossa valia perante um adversário que ocupa os primeiros lugares da tabela classificativa. Volto a reafirmar o que disse na semana passada: não fora a menor capacidade para combatermos as adversidades “emocionais” que se nos depararam durante muitos jogos e estaríamos a ocupar o topo da classificação, atenta a nossa qualidade de jogo. Mas o futebol é isto…

Reitero a minha admiração por estes jogadores e conto terminar o campeonato com uma vitória sobre o Cête, no próximo Domingo.

Saudações desportivas,



José António Moreira

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Marco, 6 - SCNA, 0

Onze inicial

Ricardo (juvenil)
Cadani
Rui Sousa
Paulinho
Ricardo
Nunes
Pedrinho (juvenil)
Paulo Marques ( Cap)
Rúben
Fábio Rocha
Nuno

Suplentes
Guedes (juvenil)
Alexandre
Tiago
João Costa
Filipe
Chaneto

Substituições
Pedrinho > < Guedes 43'
Nuno > < Chaneto 43'
Paulinho > < João Costa 41'
Rui Sousa > < Alexandre 63'
Ricardo > < Filipe 71'

Cartões
Amarelos:
Rui Sousa 66'
Chaneto 76'
Cadani 86'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ªParte
1 - 0 33'

2ª Parte
2 - 0 59'
3 - 0 70'
4 - 0 78'
5 - 0 80'
6 - 0 84'

Apreciação da equipa
Depois de um ciclo de 6 vitórias consecutivas, e uma vez perdidas as aspirações aos dois primeiros lugares da tabela classificativa, vemo-nos, agora, envolvidos numa fase negativa, amealhando duas derrotas pesadas nestes dois últimos jogos.


Do meu ponto de vista, estes resultados não reflectem, de modo algum, a valia dos intervenientes, porquanto quero crer que tal é decorrente de índices motivacionais em face do percurso de cada uma das equipas neste campeonato.

A minha equipa, neste jogo com o Marco, foi capaz de evidenciar a sua capacidade futebolística até sofrer o segundo golo, a meia hora do fim da partida. Num piso com o qual não estamos tão familiarizados, conseguimos encostar – nomeadamente, no primeiro quarto de hora da segunda parte – o Marco ao seu terço defensivo, fazendo uso de uma apreciável organização ofensiva, com óptima mobilidade e qualidade de passe.

Quando sofremos o segundo golo, num remate de longa distância, veio ao de cima a nossa fragilidade motivacional, circunstância que fez com que o resultado caminhasse para valores nada condizentes com o valor relativo das equipas.

Eu penalizo-me, naturalmente, por não ser capaz de tornar estes rapazes mais fortes nesta matéria, parecendo-me que esta debilidade em termos de constância motivacional foi fatal para a tradução do nosso valor desportivo numa classificação concordante. Retrospectivamente, e sem esquecer algum “azar” com algumas actuações infelizes dos árbitros, temos que reconhecer que não soubemos contornar os momentos maus, intra-jogos e inter-jogos. Não foi por acaso que a maior parte das nossas vitórias foram consecutivas…

Finalmente, devo destacar a qualidade da equipa do Marco, entendendo que são a única equipa que nos superam (ainda que por pouco) no que respeita à interpretação das nuances do jogo pelas quais nos batemos e que assumimos como as mais indicadas para um correcto acervo de competências por parte dos nossos jovens, com vista ao seu desenvolvimento enquanto jogadores e enquanto homens.

Saudações desportivas,

José António

SCNA, 0 - Sobrado, 5

Onze inicial

Fábio
Filipe
Rui Sousa
Paulinho
Ricardo
Nunes
Cadani
Alexandre ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Rúben

Suplentes
Guedes (juvenil)
Bruno
Pedrinho (juvenil)
João Costa
Nuno
Chaneto
Substituições
Tiago > < Guedes 28'
Filipe > < Chaneto 38'
Alexandre > < João Costa 41'
Fábio Rocha > < Pedrinho 63'
Rui Sousa > < Nuno 65'

Cartões
Amarelos:
Fábio Rocha 7'
Fábio 17'
Rui Sousa
Vermelhos
Fábio 17' (duplo amarelo)

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ªParte
0 - 1 17' (penalti)
0 - 2 35'
2ª Parte
0 - 3 52'
0 - 4 78'
0 - 5 79'
Apreciação da equipa
Perdoem-me os leitores deste blog, mas recuso-me a comentar esta partida, atendendo que a sua figura principal foi o árbitro.

Quando assim é, ou seja, quando o juíz do jogo se promove como a figura principal, muito pouco apetece dizer da componente desportiva.
É desolador quando uma personagem cuja postura deveria ser vista como um exemplo pelos atletas resolve enveredar por acções de intimidação, de falta de respeito e, até, de gozo para com aqueles que deveriam ser os protagonistas principais: os jogadores.
Enfim...lá temos nós que aturar estas posturas envoltas em arrogância, vindas de agentes que em nada dignificam uma actividade que é, ainda assim (e felizmente), empreendida com muita competência por muitos dos árbitros!
Sublinho, muito bem executada por muitos dos árbitros, que fazem da humildade, respeito e educação as suas armas!

Saudações desportivas,

José António Moreira

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sobreirense, 3 - SCNA, 1

Onze inicial

Fábio
Cadani
Nunes
Paulinho
Ricardo
Rui Sousa
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Guedes (juvenil)
Fábio Rocha

Suplentes
Ricardo (juvenil)
Alexandre
Tiago
Filipe
Nuno
Chaneto

Substituições

Ricardo > < Chaneto 41'
Paulinho > < Nuno 68'
Rui Sousa > < Filipe 80'

Cartões

Amarelos:
Paulo Marques 31'
Pedro Costa 37'
Guedes 40'
Paulinho 65'
Vermelhos:
Paulo Marques 63' (duplo amarelo)
Pedro Costa 69'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 14' Paulo Marques (penalti)

2ª Parte
1 - 1  65'
2 - 1  67'
3 - 1  90+2
Apreciação da equipa
Depois de uma série de 6 jogos vitoriosos, eis que voltámos a conhecer o sabor amargo da derrota nesta partida na Sobreira. A exemplo do acontecido em anteriores jogos deste nosso campeonato, vimos, mais uma vez, o resultado do jogo decidido por via de interpretações revestidas de subjectividade, nas quais não nos revemos e nos sentimos, até, bastante lesados.


Essas interpretações estão, naturalmente, associadas a decisões das equipas de arbitragem, cujos reflexos no rendimento do nosso conjunto se mostrou determinante para o nosso insucesso em alguns jogos, atenta a escala em que estamos inseridos. Temos que fazer uma análise fria de tudo isto e reconhecer que, para uma equipa como a nossa – que não prima, obviamente, pelo equilíbrio qualitativo em matéria de plantel – se revela muito difícil contornar a ausência de alguns atletas.

Nestes termos, dados os castigos que já atingiram o nosso plantel, o peso deste factor, do meu ponto de vista, conduziu-nos a dissabores que, num cenário diferente não ocorreriam. Pode-se rebater aqui os 6 jogos de castigo atribuídos ao Rui Sousa na primeira jornada, por o árbitro ter ajuizado que este chutou a bola com a intenção de o atingir, sendo que a confusão que estava instalada prendia-se com uma atitude de arrogância do nosso adversário, a seguir à marcação do seu segundo golo. Ou seja, não havia qualquer tipo de desagrado com o árbitro para o Rui tencionar chutar a bola contra si…

No jogo contra o União de Sousa, em sua casa, o árbitro auxiliar entendeu que o Rúben (após cair em cima do seu opositor, depois de o tentar driblar) calcou propositadamente um jogador adversário, sendo castigado com 2 jogos de suspensão!!

No jogo em casa contra o Sobreirense, um outro (sábio) auxiliar deu indicações para o expulsão do Paulo Marques, depois de ficar muito “chocado” com um gesto deste nosso atleta, numa fase subsequente a ter-mos sofrido o golo da derrota e conscientes de que esse mesmo árbitro auxiliar tinha errado descaradamente no golo que deu o empate ao Sobreirense a findar a primeira parte desse encontro.

Depois de atravessarmos um período sem casos e que – por coincidência!!! – redundou em seis jogos a ganhar, chegou o jogo de ontem, no Sobreirense, no qual me parece que fomos prejudicados por um trio de arbitragem excessivamente zeloso para conviver com a emotividade adstrita a um derby desta natureza.

Quero, contudo, deixar bem claro que entendo que a arbitragem procurou manter-se coerente e não teve como premissa prejudicar ninguém. Não obstante, fico extremamente desagradado por ver a minha equipa ver-se privada do seu capitão e elemento reconhecido por todos como preponderante na manobra da nossa equipa, por força de dois lances sobejamente conhecidos nas lides do futebol: na primeira parte, o jogador do Sobreirense (André) chutou a bola contra o Paulo Marques e obteve a cumplicidade do árbitro para “roubar” um cartão ao meu atleta; na segunda parte (e com a nossa equipa em vantagem), o árbitro apitou e, acto contínuo, o Paulo deu um pequeno toque na bola, acto zelosamente conotado pelo juiz como merecedor do segundo amarelo e consequente expulsão!!!

Mas se o árbitro primava pela rigidez na sua análise, ainda assim, não foi tão “severo” no ajuizamento do lance que resultou no penálty que originou o empate na partida, na medida em que a indicação para a marca da grande penalidade foi assumida pelo seu auxiliar!

Passados dois minutos, outro penálti (este pareceu-me justo) e, percorridos mais dois minutos, expulsão do Pedro Costa (também entendida como correcta), vendo-nos nós, num espaço de menos de dez minutos, com menos duas unidades em campo e em desvantagem no marcador…

Defronte de um quadro destes, restava-nos fazer uso de uma capacidade de luta e de lucidez que se impunha naquele momento, situação que veio a ocorrer. Orgulho-me da postura dos meus jogadores nessa fase da partida, os quais conseguiram (com menos dois jogadores!!!) encostar o antagonista à sua zona defensiva, tendo conseguido fabricar jogadas com perigo que poderiam ter dado o empate no encontro. Tendo presente a nossa ousada postura, muito subidos no terreno e, por vezes, com inferioridade numérica defensiva, o Sobreirense acabaria por marcar o terceiro golo já nos descontos.

Em resumo, confesso que fiquei muito triste com o resultado, mas contente com uma grande parte do que foi feito pelos meus jogadores nesta partida, mostrando, na minha perspectiva, a valia da nossa equipa. Acho que todos reconhecem que a nossa posição na tabela não é condizente com o nosso valor, mas isso deve-se ao lado “caótico” deste desporto que, em determinadas alturas, resolve não pender para o nosso lado…

Esta derrota hipotecou as nossas possibilidades de nos chegarmos à frente da classificação, mas temos ainda como premissa evidenciar nos jogos que restam toda a nossa qualidade perante adversários que ocupam os primeiros lugares.

A mim, cabe-me, então, ter uma atitude racional e analisar com frieza as variáveis que deverão robustecer o crescimento destes jovens, pelo que devo publicitar neste espaço a minha alegria por verificar que alguns dos ensinamentos passados foram apreendidos pelos jogadores e que somos nesta altura uma equipa com uma identidade e que sabe aquilo que quer.

Combino, assim, um sentimento de orgulho e de amizade por estes rapazes, que merecerão, por certo, um espaço privilegiado no meu álbum de recordações da carreira de treinador.

Certo que estou da celeridade destes momentos, procuro saboreá-los com enorme prazer!

Saudações desportivas,


José António

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

S C Nun´Álvares, 5 - União do Sousa, 0

Onze inicial

Fábio
Cadani
Bruno
Paulinho
Ricardo
Rui Sousa
Ruben
Paulo Marques ( Cap)
Rodrigues
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes

Alexandre
Tiago
Filipe
Guedes
Pedro
Nuno

Substituições

Bruno > < Alexandre
Chaneto > < Nuno
Rodrigues > < Guedes
Ruben > < Tiago
Ricardo > < Filipe

Disciplina

Amarelos:

Vermelhos:

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte
1 - 0 33` Ruben
2 - 0 34 (Pb)

2ª Parte

3 - 0
4 - 0
5 - 0

Apreciação da Equipa
Este jogo resume-se a mais uma vitória meritória e inquestionável destes maravilhosos jogadores, cuja postura nestas partidas mais recentes tem vincado a qualidade tão apregoada por mim ao longo destes comentários.
Fico feliz por eles não se terem deixado abater pelos maus resultados da primeira volta, mantendo a fé nos desígnios de jogo traçados para esta equipa, condição que lhes está a valer este conjunto de vitórias consecutivas.
Nestes termos, faço votos para que este quadro de alegria se prolongue por mais semanas, desde logo, ganhando o próximo jogo na Sobreira, perante um adversário que segue à nossa frente, para além de todo o cariz adverso de rivalidade que envolverá essa partida.
Mas é destes jogos que os jogadores gostam e onde se destacam os melhores...e como eu sei que os meus jogadores são melhores, estou confiante na nossa vitória, consciente, porém, que o futebol é pródigo em injustiças e que nem sempre quem tem mais competências é que ganha. Mas, talvez por isso, é que é o melhor desporto do mundo!

Saudações desportivas,

José António

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Rio de Moinhos, 0 - SCNA, 3

Onze inicial

Fábio
Cadani
Paulinho
Nunes
Ricardo
Rui Sousa
Nuno
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes
Alexandre
Rodrigues (juvenil)
Bruno
Tiago
Filipe

Substituições
Nuno > < Filipe 42'
Chaneto > < Tiago 83'
Filipe > < Alexandre 86'

Disciplina

Amarelos:

Cadani 27'

Pedro Costa 52'


Vermelhos:
Pedro Costa 60' (duplo amarelo)
Nunes 85'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 10' Pedro Costa

2ª Parte
0 - 2 56' Chaneto

0 - 3 71' Fábio Rocha

Apreciação da Equipa
Num dia pouco propício para a prática do futebol, dado o vento que se fazia sentir, a nossa equipa foi a Rio de Moinhos mostrar que quer continuar num quadro vitorioso, por forma a “reajustar” a sua posição na tabela classificativa de acordo com o valor que estes jogadores possuem.


É uma alegria para mim verificar a consolidação do valor destes jovens, agora também em matéria de resultado desportivo, certo que estava da sua valia no que concerne a muitas das variáveis adstritas ao que deve ser um jogador de futebol. Poder-se-ia pensar – quando afirmei que esta segunda volta ia trazer uma equipa surpreendente para muitos – que as minhas palavras eram um “lugar-comum” e que visavam, sobretudo, motivar estes rapazes, mas, sem embargo deste constituir, naturalmente, um dos meus propósitos, cá estão os famigerados resultados e a subsequente subida na tabela classificativa.

Esta equipa não quer ficar por aqui e estou certo que vamos manter este ciclo de vitórias por mais umas jornadas, conscientes que estamos que, a não ser assim, não conseguiremos ficar numa posição consentânea com a qualidade colectiva e individual deste grupo.

No jogo em Rio de Moinhos estes jogadores deram uma lição fantástica de sentido colectivo, de atitude, de rigor táctico e de sentido estratégico. Repare-se que, até na escolha do campo, foi pensada a melhor situação para favorecer o nosso jogo, optando-se por começar a jogar a favor do vento, no sentido procurar, desde cedo, passar para a frente do marcador. Tal viria a acontecer e acabámos a primeira parte a vencer por uma bola a zero.

Na segunda metade, adaptámos o nosso posicionamento, sabendo de antemão que a bola ganharia muita velocidade perante os passes que o adversário faria para as costas da nossa defesa, facto que levou a ajustar o nosso bloco tendo em conta essa premissa. O adversário nunca conseguiu, assim, criar situações de perigo neste tipo de lances. Em contraponto, sabíamos que poderíamos, agora, servir os nossos jogadores mais adiantados através de passes com mais violência, na medida em que o vento travaria a bola e ajudaria a que a mesma “parasse” entre a defesa adversária e o seu guarda-redes, sendo que o nosso segundo golo resultou de uma situação deste tipo, muito bem aproveitada pelo Chaneto (Nélson Diogo).

Foi, então, um jogo em que os meus jogadores superaram as melhores expectativas que eu tinha quanto ao seu desempenho, desdobrando-se em esforços para me darem a alegria de dar-mos seguimento às vitórias consecutivas (já lá vão cinco!).

Fábio – Concentrado e muito seguro em todas as acções em que foi chamado a intervir. Bom posicionamento, basculando vertical e lateralmente nos termos que lhe é pedido.

Cadani – Excelente jogador, com uma atitude e qualidade que me dão por satisfeito pelo seu aparecimento no nosso seio. Muito bem nas acções defensivas e sempre muito afoito na tentativa de conferir profundidade ao seu flanco.

Paulinho – Contrariamente ao modo como tem treinado, o Paulinho foi senhor de uma concentração e agressividade defensivas, que muito ajudaram na segurança evidenciada por este sector neste jogo. Qualidade não lhe falta…

Nunes – Outro jogador que fez um jogo estupendo, fazendo uso do seu poder de antecipação, o qual, combinado com a sua característica agressividade defensiva, faz dele um defesa acima da média para a nossa escala. Mas eu ainda quero mais…e aquele vermelho a terminar o jogo…

Ricardo – O Ricardo cumpriu os noventa minutos, muito por via do nível exibido nos minutos que jogou contra o Baltar e pela forma como se bateu nesta partida. Está em boa forma e eu espero que ele continue neste caminho, sendo certo que tem que melhorar cada vez mais a sua concentração defensiva. É um óptimo rapaz e merece estar a atravessar um bom momento. A equipa agradece.

Rui Sousa – Outro jogador que realizou uma exibição importante para a nossa vitória, funcionando mais na figura de “trinco” do que de “pivot defensivo”. Nesta tarefa, mostrou-se muito atento nas operações de coberturas defensiva e ofensiva aos sectores intermédio e defensivo.

Nuno – Parecendo, por vezes, arredado do jogo, foi determinante, contudo, na execução do passe que deu o primeiro golo à nossa equipa, apontado pelo Pedro Costa. Ele sabe que pode dar mais, principalmente, nas transições defensivas.

Paulo Marques – É conhecido que este jogador me enche as medidas, tais são as suas valências. Para além de todos os seus actos que envolveram a sua habitual boa execução de passe, a sua capacidade de recepção e o seu jogo aéreo, é delicioso constatar os caminhos que percorre, sempre com grande intensidade, interceptando imensas bolas e delineando óptimas transições ofensivas. Espectáculo!

Pedro Costa – Determinante no golo obtido, tendo sido o único que conseguiu acompanhar a velocidade da bola na direcção da baliza adversária, a qual ia impelida pela força do vento. Muito combativo. Pena que tenha sido expulso de um modo inglório. O futebol é assim…

Fábio Rocha – É um jogador com uma forma peculiar de estar no grupo, tendo-se vindo a revelar um elemento importante para nós, atenta a sua categoria e vontade de vencer. Marcou mais um golo e lutou muito, ajudando a equipa na conquista de mais uma vitória.

Chaneto – Mais compenetrado no jogo que na última partida, foi capaz de estar mais “presente” no dito “6º momento” do jogo. Marcou um bom golo e “ganhou” uma expulsão do guarda-redes adversário.

Filipe – Mais uma boa entrada em campo deste atleta, dando, mais uma vez, a indicação de que nos pode ajudar a ganhar jogos. Os seus movimentos têm cada vez mais subjacentes as nossas directrizes de jogo. Parabéns!

Tiago – Jogou pouco tempo, mas entrou com a sua habitual combatividade. Na próxima jogará mais…

Alexandre – É o jogador que, porventura, melhor sabe estar em grupo. Veio de uma lesão, mas jogou um bocadinho para o premiar por mais um aniversário. Parabéns, Alexandre, pela tua postura!

Em suma, os meus parabéns a todos, também, ainda, para o Bruno e para o Rodrigues, atendendo que estes rapazes fizeram um esforço de se levantarem cedo para…não jogarem.

Vamos continuar a ganhar e a jogar bem! Gosto muito de vocês!


José António

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

SCNA, 5 - Baltar, 2

Onze inicial


Fábio
Cadani
Paulinho
Nunes
Chaneto
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Nuno

Suplentes

Ricardo
Filipe
Pedro Costa
Bruno
Rui Sousa
Substituições

Rui Sousa > < Alexandre 30'
Tiago > < Pedro Costa 39'
Nuno > < Ricardo 42'
Chaneto > < Filipe 72'
Cadani > < 83' Bruno 83'

Disciplina

Amarelos:
Chaneto 30'
Paulo Marques 55'
Fábio Rocha 81'
Rui Sousa 86'
Nunes 86'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

1 - 0 4' Nuno
2 - 0 7' Paulo Marques
2 - 1 9'
2ª Parte

2 - 2 53'
3 - 2 72' Fábio Rocha
4 - 2 77' Filipe
5 - 2 81' Fábio Rocha

Apreciação da Equipa
Este jogo com o Baltar era encarado por nós, no campo teórico, como constituindo uma forte possibilidade de dar-mos continuidade ao ciclo vitorioso que estamos a viver nesta fase da época, expectativas que não saíram goradas, não obstante os calafrios que acabámos por passar em determinado período da partida.


As coisas até começaram facilitadas, na medida em que aos 7 minutos de jogo já ganhávamos por 2-0, mas acabariam por se complicar com a redução do marcador logo de seguida por parte do Baltar, levando a que o nosso antagonista acreditasse na possibilidade de chegar ao empate, cenário que veio a ocorrer no início da segunda parte.

Paradoxalmente, nada melhor nos poderia ter acontecido, uma vez que esse golo do adversário foi o “clic” que nos fez despertar para uma meia hora final de grande nível, aí sim, praticando o futebol que a todos nos agrada e para o qual concorrem os nossos esforços. Foram 30 minutos em que fomos muito fortes em matéria de organização ofensiva, fazendo uso de uma mobilidade e de uma capacidade de passe e de finalização, que nos proporcionaram três golos e outros tantos momentos de alegria.

Estes três golos resultaram de uma aplicação correcta do passe em ruptura no momento certo, em claro sincronismo com a desmarcação em profundidade do colega de equipa. Dois destes golos decorreram de uma “desorganização” no sector defensivo provocada pelo nosso ponta-de-lança (Pedro Costa), o qual arrastou os centrais para fora da zona de finalização, espaço muito bem “preenchido” pelo Fábio Rocha, que apareceu ofensivamente agressivo a fazer dois golos importantes.

Registe-se, igualmente, o grande golo do Paulo Marques e o golo também muito bem conseguido pelo Filipe, que aproveitou muito bem um excelente passe do nosso capitão, recepcionado a bola de forma orientada para evitar o defesa opositor e facilitar a execução final.

Já agora, começo por enaltecer a excelente entrada do Filipe em jogo, depois de esperar ansiosamente no banco por essa entrada, sendo premiado com a obtenção de um golo, confirmando que qualquer atleta, mesmo iniciando o jogo no banco, poderá ser decisivo na partida.

Uma palavra para a “reiterada” qualidade apresentada pelo Paulo Marques, fazendo uso – para além de tudo o resto – de uma capacidade de execução ao nível dos “passes camuflados”, três dos quais culminaram em golo! Os meus parabéns!

Saliento, igualmente, a boa segunda parte do Fábio Rocha (Fabiani II), revelando-se decisivo neste jogo, destacando a grande execução do seu primeiro golo, envolta numa vontade elogiável de ganhar! Merece destaque a atitude deste jogador, integrando-se muito bem no seio deste grupo e mostrando que foi uma mais-valia que chegou ao nosso conjunto esta época.

Por falar em chegadas ao clube positivas, relevo a estreia do Cadani nos jogos em casa, dando nota de que a sua qualidade é inegável e que nos vai ajudar bastante nesta segunda metade da época.

O Nunes e o Paulinho fizeram mais uma bela exibição; pena é não gostarem de actuar naquela posição e não procurarem evoluir ainda mais, condição que leva, por vezes, a cometerem alguns erros cujas capacidades de cada um evitaria que tal acontecesse. Eles dispõem de características técnicas e físicas muito apreciáveis para poderem aplicar os aspectos tácticos em bom nível, mas falta-lhes granjear mais vontade para quererem assimilar este capítulo determinante no futebol.

Por último, o meu reconhecimento para a permanente aplicação e qualidade do Rúben; impressionante o seu sentido colectivo! E para a boa actuação do Ricardo, que muito contribuiu para a solidez defensiva verificada na segunda metade do encontro, atendendo que o jogador do Baltar que actuou sobre a direita estava a desequilibrar bastante.

Por conseguinte, quero agradecer a todos o facto de manterem, com esta vitória, a chama no seio da equipa, e cimentando a minha ideia preconizada há umas jornadas atrás, na qual eu antevia que iríamos fazer uma segunda volta surpreendente!

Temos, no próximo sábado, um forte teste, em Rio de Moinhos, para aferir este nosso crescimento. Uma vitória nossa será magnífico! Vamos dar tudo! Gosto muito de vocês!

Saudações desportivas,

José António Moreira

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Paço de Sousa, 0 - SCNA, 7

Onze inicial

Fábio
Cadani
Miranda
Nunes
Paulinho
Filipe
Nuno
Paulo Marques ( Cap)
Tiago
Fábio Rocha
Chaneto

Suplentes
Ricardo
Alexandre
Guedes (juvenil)
Pedro Costa
Bruno
Rúben
Ricardo
Substituições

Filipe > < Alexandre 42'
Tiago > < Pedro Costa 43'
Chaneto > < Rúben 43'
Nuno > < Guedes 53'
Miranda > < Ricardo 56'


Disciplina
Amarelo:

Tiago 41'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

0 - 1 12' Chaneto
0 - 2 17' Paulo Marques

2ª Parte

0 - 3  56' Fábio Rocha
0 - 4  61' Guedes
0 - 5  72' Pedro Costa
0 - 6  74' Auto-golo
0 - 7  75' Pedro Costa

APRECIAÇÃO DA EQUIPA
Um resultado tão expressivo, para ser conseguido, exige, naturalmente, que uma equipa cumpra, pelo menos, os “serviços mínimos”. Por conseguinte, os nossos jogadores merecem, sem dúvida, os meus elogios.



Neste tipo de jogos, em que, teoricamente, a vitória se avizinha facilitada, teme-se sempre que os atletas possam incorrer no erro de abordar a partida com um sentimento de menor aplicação e motivação, convidando, deste modo, ao aparecimento de um resultado inesperado.


Felizmente, tal não aconteceu neste jogo, sendo que os nossos jovens foram muito responsáveis e não embandeiraram em menosprezo pelo nosso antagonista, transportando para o terreno de jogo uma atitude merecedora de uma nota claramente positiva.


Todos os atletas tiveram uma prestação muito boa, mas gostaria de registar a estreia no escalão júnior do (juvenil) Miranda, cujas actuações no seu escalão, envoltas em concentração, qualidade e sentido colectivo, levaram a “requisitá-lo” para este jogo. Gostaria, igualmente, de assinalar a mais-valia que o mais recente reforço CADANI empresta ao nosso conjunto, batendo-se com enorme consistência táctica e decidindo sempre os seus movimentos em prol dos interesses da equipa.


Este elogio ao CADANI também serve para “censurar” outros atletas que possuem qualidades imensas, mas que não põem na perfeição os interesses da equipa à frente dos interesses individuais. É imperioso que o jogador entenda que o objectivo primeiro, sempre que tenha que tocar na bola, é tomar a melhor opção para não “emperrar” o jogo da equipa, optando bem pelo número de toques a dar e pelo tempo que deve reter a bola junto de si. Esta é a melhor forma do jogador brilhar. Lamentavelmente, muitos jogadores pensam que o melhor método para “tocar” o olhar do treinador e adeptos é por via de uma acção sempre “aflorada”.


Enalteço, porém, a melhoria que alguns atletas já registaram nessa matéria, se bem que ainda é possível melhorar mais.


Com efeito, estou muito agradado com estes jogadores, os quais estão a dar uma resposta positiva ao desafio colocado em termos de vitórias até ao final da época, e consolidando o que eu havia dito de que iríamos fazer uma segunda volta espectacular – também no que concerne a resultados desportivos.


Temos, então, três vitórias consecutivas, sendo que dispomos de dois jogos e outras tantas vitórias nesta segunda volta! E é para continuar, já no próximo sábado, contra o Baltar!


Fica, por fim, a frase do jogo do passado sábado, dita pelo treinador, já com o resultado em 0-7: “Quem marcar mais algum golo, dá três voltas ao campo no treino de terça-feira”! Ele há cada uma…


Saudações desportivas,



José António Moreira