quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Votos de Boas Festas

É uma tentação natural para mim aproveitar este espaço para desejar a todos os atletas deste nosso clube um Feliz Natal e um ano de 2011 cheio de “vitórias”, atribuindo aqui ao conceito de “vitória” não somente uma conotação desportiva, mas, igualmente, uma concepção transversal em termos de vida familiar, social e profissional.


Não posso, naturalmente, deixar de estender estes meus votos aos meus colegas treinadores, bem assim como aos dirigentes do clube, aos nossos massagistas e a todos os funcionários. Por fim, uma saudação especial para os simpatizantes do SCNA, sem os quais os nossos jogos perderiam uma componente especial em matéria de motivação das nossas equipas.

Gostaria, igualmente, de vincar aqui algumas orientações motivacionais para o percurso de vida dos nossos atletas, as quais se “entrelaçam” com muitas das nossas referências de jogo, permitindo-me expor neste espaço essas analogias:

• É meu desejo que os nossos jovens sejam capazes de gerir as situações de injustiça nas quais se vejam envolvidos nas suas vidas, não se socorrendo de “actos de indisciplina”;

• Importa que estes jogadores acomodem a “mobilidade” exigida para que, desta feita, facilitem o trabalho da equipa / empresa onde estão inseridos;

• Mostra-se determinante que estes rapazes apliquem no seu dia-a-dia, de forma equilibrada, o binómio “risco / segurança”, discernindo muito bem quando deverão tomar decisões mais “ousadas / verticais” no seu quotidiano ou quando deverão privilegiar as opções mais “certas / laterais”;

• Faço votos de que empreendam uma atitude corajosa ao longo das suas vidas, condição que os conduza à criação de muitas “oportunidades” de sucesso, com um subsequente bom aproveitamento;

• Agradar-me-á, especialmente, que estes “nossos meninos / homens” pautem a sua conduta por uma postura muito forte no que respeita à capacidade para executar rápidas “transições” dos momentos “maus / perdas” para os momentos de “alegria / conquista”.

Atrevo-me, ainda, a replicar neste texto os meus votos endereçados no ano passado, consciente que estou que os mesmos continuam válidos. Assim, reitero o meu desejo de que os nossos atletas:

• Façam uma “pressão alta” na perseguição dos seus objectivos de vida;

• “Ocupem bem o seu espaço” enquanto figuras da sociedade cumpridoras dos seus deveres e usufruidoras dos seus direitos;

• “Dêem largura” ao seu conhecimento no que respeita à assimilação de competências indispensáveis para o cumprimento da sua vivência profissional, familiar e social;

• Perante o insucesso em determinada situação, consigam “levar o jogo para o outro flanco”, de modo a contornarem esse problema;

• Consigam “criar superioridade numérica”, conjuntamente com os seus familiares e amigos, para a resolução dos seus problemas e para rejubilar com as suas alegrias;

• Sejam capazes de “sair de situações de pressão” que a vida, inevitavelmente, lhes criará;

• Privilegiem a “solidariedade” com todos aqueles que o jogo da vida conduziu a um cenário de “desigualdade”; e

• Adorem fazer parte das “diferentes equipas” cujo percurso de vida individual os leve a “rubricar contrato”.

Quero sublinhar, por fim, que estes meus votos estão envoltos em alguma parcialidade, atendendo que os mesmos são, apesar de tudo, mais orientados para todos os jogadores (e treinador) com os quais tive a felicidade de “compartilhar o balneário” nestes meus três anos e meio de clube.



Saudações natalícias,



José António Moreira

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gandra, 2 - Sport Clube Nun' Álvares, 3

Onze inicial
Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Bruno
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Chaneto
Suplentes
Nuno
Alexandre
Tiago
Cadani
Substituições
Bruno > < Alexandre 26'
Filipe > < Cadani 44'
Chaneto > < Nuno 75'
Rúben > < Tiago 86'
Disciplina
Amarelos:
Paulinho 60'
Rui Sousa 69'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0  3'
1 - 1  14'  Auto-golo
2ª Parte
1 - 2  48'  Nunes
2 - 2  70'
2 - 3  75' Paulo Marques (gp)

Apreciação da Equipa
Foi com especial agrado que registei esta vitória em Gandra, no jogo de ontem, uma vez que a mesma encerra uma tremenda resposta dos meus jogadores, após um desaire a meio da semana contra o Alpendurada e na medida em que permite confirmar (com todo o respeito que o nosso opositor nos merece) a nossa superioridade em matéria de qualidade de jogo. Sublinhe-se que, no jogo de abertura do campeonato, em nossa casa, tínhamos perdido por 2-0, não obstante o bom jogo realizado.


Sabemos de antemão que o futebol é muitas vezes ingrato em termos de resultado final, de maneira que ficamos muito satisfeitos quando vemos o “jogar” que defendemos e que procuramos incutir nos nossos jovens ser traduzido numa vitória.

Com efeito, a partida de ontem revelou-se uma das mais bem conseguidas pela nossa equipa, a qual se superiorizou ao seu oponente em todas as nuances do jogo. Praticámos um futebol de excelente qualidade, sendo capazes de construir um leque de jogadas cuja aplicação envolvia sempre vários intervenientes, condição que remete para a apreciável qualidade táctica e técnica e para o sentido colectivo dos nossos jovens.

Fico feliz por sentir que os meus jogadores se revêem no futebol praticado, circunstância que lhes dá alento para almejarem subir na tabela classificativa. Volto a insistir que temos valia para discutir o resultado em qualquer campo, parecendo-me indiscutível a capacidade que estes jogadores têm evidenciado no que toca à correcta interpretação dos vários momentos do jogo.

O jogo de ontem é dos jogos mais equilibrados (pela positiva) em termos exibicionais, parecendo-me injusto destacar qualquer jogador, registando, apenas, a estreia do Cadani (óptima exibição, a confirmar a sua valia) e o facto caricato de termos um jogador na equipa (Fábio Rocha) que teima em mandar bolas ao ferro das balizas adversárias (tenho que ter uma conversa séria com ele :-)).

No que concerne às questões tácticas do jogo, devo dizer que fomos muito pressionantes, obrigando, quase sempre, o nosso adversário a perder a bola rapidamente, sendo capazes – quando em posse – de fazer uma óptima circulação de bola, quer em largura, quer em profundidade, fazendo uso de uma excelente leitura no que se reporta à “destrinça” entre jogar no risco ou em segurança.

Ofensivamente, conseguimos sair em construção curta pelos laterais, mobilizando, de seguida, um conjunto de jogadores para a consecução de linhas de passe, condição que nos permitiu transportar a bola de pé para pé, até ao terço de terreno ofensivo, criando inúmeras oportunidades de finalização. Estivemos muito disponíveis para a criação de superioridade numérica na zona da bola e para a abertura de espaços (verticais e em largura), levando-nos a deter uma fatia imensa da posse de bola. Ainda assim, podemos ser mais assertivos na tarefa de fazer o último passe e de finalizar.

Defensivamente, fomos capazes de anular uma grande parte das jogadas do Gandra, previamente à sua entrada na nossa grande área, decorrente de uma agressividade defensiva muito boa e de um bloco coeso e subido. Essa pressão levou a que os nossos antagonistas perdessem a bola de forma célere.

Desta feita, sinto-me muito feliz pelo comportamento dos meus jogadores, intercedendo para que eles comprovem a crença que tenho neles e que tenho, reiteradamente, vincado aqui neste espaço.

Estou certo que vamos causar “muitos estragos” nesta segunda volta!


Saudações desportivas,


José António Moreira

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sport Club Nun´Álvares,2 - Alpendurada, 3

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Paulo Marques ( Cap)
Rúben
Fábio Rocha
Pedro Costa
Guedes
Nuno
Suplentes
Ricardo
Bruno
Alexandre
Chaneto
João Costa
Tiago
Filipe
Substituições
Ricardo > < Chaneto 41'
Nuno > < João Costa 41'
Ruben > < Filipe 68'
Rui Sousa > < Alexandre 78'
Disciplina
Amarelo:
Paulo Marques 32'
Pedro Costa 54'
Nunes 61'
Guedes 90'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0 28' Pedro Costa
2ª Parte
1 - 1 61'
1 - 2 76'
1 - 3 78'
2 - 3 87' Guedes


Apreciação da Equipa
A partida de ontem veio-se a revelar a de mais difícil “digestão” para mim, na medida em que eu acreditava num óptimo jogo da nossa equipa e subsequente vitória, levando em linha de conta o momento do nosso grupo, quer em matéria de quantidade, quer no que toca à qualidade do nosso plantel disponível.


Foi mais “sofrível”, ainda, tendo presente a boa primeira parte realizada pelos nossos jogadores, que deixava aventar um resultado positivo.

Com efeito, na primeira metade do encontro, nós fomos pressionantes, com óptimas transições defensivas, ganhando rapidamente a posse de bola e construindo, de seguida, grandes jogadas resultantes de uma organização ofensiva muito boa. A tarefa de conquista rápida da bola muito se devia a um trabalho aplicado de todos os sectores, incluindo o ofensivo, sendo capazes de, uma vez ganha a posse de bola, empreender uma mobilidade apreciável que concorreu para a criação de imensas acções de penetração, com a produção de um conjunto robusto de situações de finalização, as quais deveriam ter convergido num resultado expressivo ao intervalo.

Infelizmente, tal não aconteceu, tendo-nos revelado muito perdulários e apenas marcando por uma vez, quadro que não traduzia a nossa superioridade nessa fase da partida.

Nesta nossa avalanche ofensiva, canalizámos muito do nosso jogo pela ala direita, facto que conduziu a uma sobrecarga do nosso excelente jogador Rúben, sendo certo que muitas dessas jogadas não tiveram a melhor sequência porque este nosso atleta não estava a ter tempo de recuperar no hiato que mediava entre uma e outra acção. Pode-se perguntar porque é que não alternámos esse sentido, mas o objectivo de uma equipa também passa por chegar ao destino desejado (leia-se baliza adversária) pelo “caminho” que se mostrar em melhores condições.

Em suma, fizemos uma excelente primeira parte, em todas as nuances do jogo, levando a que as acções do Alpendurada culminassem em situações de reduzido perigo para a nossa baliza, morrendo, muitas delas, na malha do fora-de-jogo.

Não obstante, deu para perceber que o nosso antagonista tinha valor, realidade para a qual os jogadores foram alertados ao intervalo, sendo relevado o facto de termos que manter a mesma atitude, sob pena de virmos a ter dissabores.

Importa registar, dada a pertinência para esta apreciação, que, pouco antes do intervalo, retirei da partida o Ricardo e o Nuno, em troca pelo Chaneto e pelo João Costa, numa óptica de gestão das substituições que é prática na equipa, e não, obviamente, pela má prestação dos atletas substituídos.

Devo reforçar que, no meu ponto de vista acreditava (e acredito) que os dois jogadores que entraram dariam garantias para que a nossa equipa se mantivesse com a mesma toada, porém, na segunda metade, tal não viria a suceder. Compete-me, igualmente, expressar aqui a minha impressão sobre a diferença de prestação da equipa em cada uma das partes do jogo, uma vez que pairou no ar a ideia de que muito se deveu às substituições feitas pelo treinador. Por conseguinte, sinto-me no dever de defender “a minha dama” e, acima de tudo, a dos atletas que entraram.

Tudo isto não tem que ver com as palavras de alguns adeptos, até porque – apesar de todo o respeito que me merecem – não se espera que alguns deles sejam capazes de deter um conhecimento sobre algumas matérias que os nossos jogadores, esses sim, têm a obrigação de dominar. Assim, respeito, mas não aceito que uma parcela dos nossos jovens tenha questionado a realização das substituições em apreço, fazendo fé no valor que o Chaneto e o João possuem e o que é a prática corrente da equipa em termos de trocas de jogadores durante as partidas.

Aliás, em bom rigor, foram esses mesmos jogadores que “queimaram” o seu treinador e os seus colegas que entraram em campo, por via da mudança de atitude que tiveram da primeira para a segunda metade do encontro. Sim, porque, após o intervalo, não conseguimos obstar à entrada forte do nosso opositor, mostrando-nos apáticos e desgarrados, atitude que impediu que continuássemos a dominar o jogo.

Deixámos de ser agressivos nas transições defensivas e escusámo-nos a executar as coberturas ofensivas e defensivas com o mesmo perfeccionismo vislumbrado na fase primeira da partida, ou seja, o sentido colectivo e a entrega dissiparam-se e, naturalmente, o rumo da partida inverteu-se. As ligações entre sectores não funcionavam; as saídas em construção curta culminavam, quase sempre, em passes errados; não conseguíamos ter a posse de bola por muito tempo; não éramos capazes de desorganizar o sistema defensivo contrário; o nosso jogo não tinha a mesma amplitude; os passes verticais não entravam; a circulação de bola começou a ser feita apoiada em exagerados toques por parte de alguns jogadores; a destreza na melhor leitura para cada momento fraquejou…

Por conseguinte, acabámos por perder o jogo, reagindo apenas nos minutos finais, o que serviria, somente, para reduzir a desvantagem.

Tenho que sublinhar que toda a equipa, na primeira parte, esteve muito bem, sendo que, na totalidade do jogo, realço a abnegação sempre presente do Rúben, mas permitam-me destacar a exibição do (juvenil) Guedes. Este jovem atleta teve uma atitude defensiva impressionante, acompanhada pela sua já conhecida qualidade em termos ofensivos.

O Guedes tem-me vindo a surpreender favoravelmente pela sua vontade em contornar uma das suas pechas: o jogo defensivo, certo que está que a sua classe atacante só poderá ser valorizada se auxiliada pela disponibilidade nos momentos de defender. Este jogador foi o que melhor interiorizou o momento da transição defensiva!

No resto, aquele golo que apontou não está ao alcance de todos; é daquelas situações que quem dominar o jogo percebe que temos que dar um “corte” na bola para ela entrar no poste mais distante; e a sua execução foi perfeita! Agradeço ao Guedes a sua entrega neste jogo! Por ele, o treinador e os seus colegas não tinham sido criticados, porque ele deu tudo para manter a mesma bitola evidenciada na primeira parte!

Nestes termos, tenho que reconhecer que esta derrota foi um duro golpe no caminho que traçámos, mas temos que dar a volta por cima já em Gandra, conscientes de que ainda podemos fazer muitas coisas interessantes.

Volto a insistir que aprecio muito estes jogadores e que estamos mais fortes do que nunca! E os resultados irão traduzir isso!


Saudações desportivas,


José António Moreira

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cête, 1 Sport Club Nun' Álvares, 3

Onze inicial


Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Tiago
Suplentes

Ricardo (Juvenil)
Guedes (Juvenil)
Bruno
Ricardo
Vasco (Juvenil)
Nuno

Substituições

Alexandre > < Guedes 42'
Filipe > < Ricardo 42'
Tiago > < Nuno 42'
Rúben > < Vasco 81'
Paulo Marques > < Bruno 86'


Disciplina

Amarelo:

Paulo Marques 73'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

1 - 0  5'

1 - 1  15' Rúben

1 - 2  40'  Pedro Costa

2ª Parte

1 - 3 63' Pedro Costa



Apreciação da Equipa

Só faltam – no mínimo – mais sete vitórias!


Enquanto não mudarem esta história das vitórias é uma chatice, porque a malta gosta de ganhar…e, felizmente, tal aconteceu no último sábado, em Cête, sendo alcançada uma vitória que me parece incontestavelmente merecida, traduzindo uma clara superioridade da nossa equipa.

Num campo cujas dimensões não acautelam as nossas referências de jogo, soubemos, porém, impor-nos por via de uma atitude excelente, evidenciando uma enorme vontade de sairmos dali com um resultado positivo, no sentido de nos começarmos a acomodar numa posição da tabela classificativa mais consentânea com o nosso real valor desportivo.

Fomos traídos, logo nos primeiros minutos de jogo, por uma infelicidade por parte do juiz da partida na análise errada a um lance que resultou no golo do nosso opositor, circunstância que soubemos contornar muito bem, não nos desviando dos nossos intentos, vindo a ser premiados, assim, com uma justa vitória nesta partida.

Devo dizer que todos os jogadores em campo se exibiram a níveis muito apreciáveis, mas será justo destacar as exibições do Pedro Costa e do Nunes, muito bem acompanhados pelo Fábio Rocha, pelo Rúben e pelo Rui Sousa. Gostei, igualmente, das prestações do Ricardo e do Filipe, este último revelando-se, para mim, uma agradável surpresa a sua assiduidade aos treinos e a evolução que tem registado. Parabéns Filipe! Cumpre-me, também, enaltecer a postura do nosso guarda-redes (Fábio), o qual tem mostrado que podemos contar com a sua vontade de treinar e jogar, jamais nos “abandonando” nesta nossa “saga”!

Com efeito, o Nunes esteve “em todas”, fazendo uma leitura excelente da maior parte dos lances, facto que permitiu que este jogador anulasse uma fatia imensa do caudal ofensivo do Cête. O Pedro Costa reiterou a boa forma que tem patenteado ao longo desta época, ocupando (desta vez) a posição 9 com uma entrega e uma dinâmica que desorganizaram por completo o nosso antagonista. A nossa vitória muito se deve a este atleta!

Deixo, por último, uma palavra para o Paulo Marques, apenas para me “atrever” a classificá-lo como o melhor jogador desta nossa série, classe que pode ser, naturalmente, melhorada, principalmente, em matéria disciplinar, quando o nosso capitão seguir todos os ensinamentos que lhe são carinhosamente recomendados pelo seu treinador.

Termino, reiterando aqui os elogios que já fiz no passado no que concerne à crença que tenho na qualidade destes jogadores, sendo que acredito, sinceramente, que a segunda volta vai-nos deixar consolidar as nossas capacidades futebolísticas, condição que, cumulativamente, nos vai “guindar” para os lugares cimeiros da tabela classificativa.

Gostaria de sublinhar, todavia, que não acho que este tenha sido o nosso melhor jogo, só porque o ganhámos; já jogámos bem melhor, mas perdemos. Contudo, foi importante para motivar o grupo e as condições do campo não favoreciam as nossas “boas práticas”.

É um gosto ser vosso treinador!

Temos pela frente, no mínimo, mais sete vitórias! Vamos lá rapazes!


José António Moreira