quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Votos de Boas Festas

É uma tentação natural para mim aproveitar este espaço para desejar a todos os atletas deste nosso clube um Feliz Natal e um ano de 2011 cheio de “vitórias”, atribuindo aqui ao conceito de “vitória” não somente uma conotação desportiva, mas, igualmente, uma concepção transversal em termos de vida familiar, social e profissional.


Não posso, naturalmente, deixar de estender estes meus votos aos meus colegas treinadores, bem assim como aos dirigentes do clube, aos nossos massagistas e a todos os funcionários. Por fim, uma saudação especial para os simpatizantes do SCNA, sem os quais os nossos jogos perderiam uma componente especial em matéria de motivação das nossas equipas.

Gostaria, igualmente, de vincar aqui algumas orientações motivacionais para o percurso de vida dos nossos atletas, as quais se “entrelaçam” com muitas das nossas referências de jogo, permitindo-me expor neste espaço essas analogias:

• É meu desejo que os nossos jovens sejam capazes de gerir as situações de injustiça nas quais se vejam envolvidos nas suas vidas, não se socorrendo de “actos de indisciplina”;

• Importa que estes jogadores acomodem a “mobilidade” exigida para que, desta feita, facilitem o trabalho da equipa / empresa onde estão inseridos;

• Mostra-se determinante que estes rapazes apliquem no seu dia-a-dia, de forma equilibrada, o binómio “risco / segurança”, discernindo muito bem quando deverão tomar decisões mais “ousadas / verticais” no seu quotidiano ou quando deverão privilegiar as opções mais “certas / laterais”;

• Faço votos de que empreendam uma atitude corajosa ao longo das suas vidas, condição que os conduza à criação de muitas “oportunidades” de sucesso, com um subsequente bom aproveitamento;

• Agradar-me-á, especialmente, que estes “nossos meninos / homens” pautem a sua conduta por uma postura muito forte no que respeita à capacidade para executar rápidas “transições” dos momentos “maus / perdas” para os momentos de “alegria / conquista”.

Atrevo-me, ainda, a replicar neste texto os meus votos endereçados no ano passado, consciente que estou que os mesmos continuam válidos. Assim, reitero o meu desejo de que os nossos atletas:

• Façam uma “pressão alta” na perseguição dos seus objectivos de vida;

• “Ocupem bem o seu espaço” enquanto figuras da sociedade cumpridoras dos seus deveres e usufruidoras dos seus direitos;

• “Dêem largura” ao seu conhecimento no que respeita à assimilação de competências indispensáveis para o cumprimento da sua vivência profissional, familiar e social;

• Perante o insucesso em determinada situação, consigam “levar o jogo para o outro flanco”, de modo a contornarem esse problema;

• Consigam “criar superioridade numérica”, conjuntamente com os seus familiares e amigos, para a resolução dos seus problemas e para rejubilar com as suas alegrias;

• Sejam capazes de “sair de situações de pressão” que a vida, inevitavelmente, lhes criará;

• Privilegiem a “solidariedade” com todos aqueles que o jogo da vida conduziu a um cenário de “desigualdade”; e

• Adorem fazer parte das “diferentes equipas” cujo percurso de vida individual os leve a “rubricar contrato”.

Quero sublinhar, por fim, que estes meus votos estão envoltos em alguma parcialidade, atendendo que os mesmos são, apesar de tudo, mais orientados para todos os jogadores (e treinador) com os quais tive a felicidade de “compartilhar o balneário” nestes meus três anos e meio de clube.



Saudações natalícias,



José António Moreira

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Gandra, 2 - Sport Clube Nun' Álvares, 3

Onze inicial
Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Bruno
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Chaneto
Suplentes
Nuno
Alexandre
Tiago
Cadani
Substituições
Bruno > < Alexandre 26'
Filipe > < Cadani 44'
Chaneto > < Nuno 75'
Rúben > < Tiago 86'
Disciplina
Amarelos:
Paulinho 60'
Rui Sousa 69'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0  3'
1 - 1  14'  Auto-golo
2ª Parte
1 - 2  48'  Nunes
2 - 2  70'
2 - 3  75' Paulo Marques (gp)

Apreciação da Equipa
Foi com especial agrado que registei esta vitória em Gandra, no jogo de ontem, uma vez que a mesma encerra uma tremenda resposta dos meus jogadores, após um desaire a meio da semana contra o Alpendurada e na medida em que permite confirmar (com todo o respeito que o nosso opositor nos merece) a nossa superioridade em matéria de qualidade de jogo. Sublinhe-se que, no jogo de abertura do campeonato, em nossa casa, tínhamos perdido por 2-0, não obstante o bom jogo realizado.


Sabemos de antemão que o futebol é muitas vezes ingrato em termos de resultado final, de maneira que ficamos muito satisfeitos quando vemos o “jogar” que defendemos e que procuramos incutir nos nossos jovens ser traduzido numa vitória.

Com efeito, a partida de ontem revelou-se uma das mais bem conseguidas pela nossa equipa, a qual se superiorizou ao seu oponente em todas as nuances do jogo. Praticámos um futebol de excelente qualidade, sendo capazes de construir um leque de jogadas cuja aplicação envolvia sempre vários intervenientes, condição que remete para a apreciável qualidade táctica e técnica e para o sentido colectivo dos nossos jovens.

Fico feliz por sentir que os meus jogadores se revêem no futebol praticado, circunstância que lhes dá alento para almejarem subir na tabela classificativa. Volto a insistir que temos valia para discutir o resultado em qualquer campo, parecendo-me indiscutível a capacidade que estes jogadores têm evidenciado no que toca à correcta interpretação dos vários momentos do jogo.

O jogo de ontem é dos jogos mais equilibrados (pela positiva) em termos exibicionais, parecendo-me injusto destacar qualquer jogador, registando, apenas, a estreia do Cadani (óptima exibição, a confirmar a sua valia) e o facto caricato de termos um jogador na equipa (Fábio Rocha) que teima em mandar bolas ao ferro das balizas adversárias (tenho que ter uma conversa séria com ele :-)).

No que concerne às questões tácticas do jogo, devo dizer que fomos muito pressionantes, obrigando, quase sempre, o nosso adversário a perder a bola rapidamente, sendo capazes – quando em posse – de fazer uma óptima circulação de bola, quer em largura, quer em profundidade, fazendo uso de uma excelente leitura no que se reporta à “destrinça” entre jogar no risco ou em segurança.

Ofensivamente, conseguimos sair em construção curta pelos laterais, mobilizando, de seguida, um conjunto de jogadores para a consecução de linhas de passe, condição que nos permitiu transportar a bola de pé para pé, até ao terço de terreno ofensivo, criando inúmeras oportunidades de finalização. Estivemos muito disponíveis para a criação de superioridade numérica na zona da bola e para a abertura de espaços (verticais e em largura), levando-nos a deter uma fatia imensa da posse de bola. Ainda assim, podemos ser mais assertivos na tarefa de fazer o último passe e de finalizar.

Defensivamente, fomos capazes de anular uma grande parte das jogadas do Gandra, previamente à sua entrada na nossa grande área, decorrente de uma agressividade defensiva muito boa e de um bloco coeso e subido. Essa pressão levou a que os nossos antagonistas perdessem a bola de forma célere.

Desta feita, sinto-me muito feliz pelo comportamento dos meus jogadores, intercedendo para que eles comprovem a crença que tenho neles e que tenho, reiteradamente, vincado aqui neste espaço.

Estou certo que vamos causar “muitos estragos” nesta segunda volta!


Saudações desportivas,


José António Moreira

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sport Club Nun´Álvares,2 - Alpendurada, 3

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Paulo Marques ( Cap)
Rúben
Fábio Rocha
Pedro Costa
Guedes
Nuno
Suplentes
Ricardo
Bruno
Alexandre
Chaneto
João Costa
Tiago
Filipe
Substituições
Ricardo > < Chaneto 41'
Nuno > < João Costa 41'
Ruben > < Filipe 68'
Rui Sousa > < Alexandre 78'
Disciplina
Amarelo:
Paulo Marques 32'
Pedro Costa 54'
Nunes 61'
Guedes 90'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
1 - 0 28' Pedro Costa
2ª Parte
1 - 1 61'
1 - 2 76'
1 - 3 78'
2 - 3 87' Guedes


Apreciação da Equipa
A partida de ontem veio-se a revelar a de mais difícil “digestão” para mim, na medida em que eu acreditava num óptimo jogo da nossa equipa e subsequente vitória, levando em linha de conta o momento do nosso grupo, quer em matéria de quantidade, quer no que toca à qualidade do nosso plantel disponível.


Foi mais “sofrível”, ainda, tendo presente a boa primeira parte realizada pelos nossos jogadores, que deixava aventar um resultado positivo.

Com efeito, na primeira metade do encontro, nós fomos pressionantes, com óptimas transições defensivas, ganhando rapidamente a posse de bola e construindo, de seguida, grandes jogadas resultantes de uma organização ofensiva muito boa. A tarefa de conquista rápida da bola muito se devia a um trabalho aplicado de todos os sectores, incluindo o ofensivo, sendo capazes de, uma vez ganha a posse de bola, empreender uma mobilidade apreciável que concorreu para a criação de imensas acções de penetração, com a produção de um conjunto robusto de situações de finalização, as quais deveriam ter convergido num resultado expressivo ao intervalo.

Infelizmente, tal não aconteceu, tendo-nos revelado muito perdulários e apenas marcando por uma vez, quadro que não traduzia a nossa superioridade nessa fase da partida.

Nesta nossa avalanche ofensiva, canalizámos muito do nosso jogo pela ala direita, facto que conduziu a uma sobrecarga do nosso excelente jogador Rúben, sendo certo que muitas dessas jogadas não tiveram a melhor sequência porque este nosso atleta não estava a ter tempo de recuperar no hiato que mediava entre uma e outra acção. Pode-se perguntar porque é que não alternámos esse sentido, mas o objectivo de uma equipa também passa por chegar ao destino desejado (leia-se baliza adversária) pelo “caminho” que se mostrar em melhores condições.

Em suma, fizemos uma excelente primeira parte, em todas as nuances do jogo, levando a que as acções do Alpendurada culminassem em situações de reduzido perigo para a nossa baliza, morrendo, muitas delas, na malha do fora-de-jogo.

Não obstante, deu para perceber que o nosso antagonista tinha valor, realidade para a qual os jogadores foram alertados ao intervalo, sendo relevado o facto de termos que manter a mesma atitude, sob pena de virmos a ter dissabores.

Importa registar, dada a pertinência para esta apreciação, que, pouco antes do intervalo, retirei da partida o Ricardo e o Nuno, em troca pelo Chaneto e pelo João Costa, numa óptica de gestão das substituições que é prática na equipa, e não, obviamente, pela má prestação dos atletas substituídos.

Devo reforçar que, no meu ponto de vista acreditava (e acredito) que os dois jogadores que entraram dariam garantias para que a nossa equipa se mantivesse com a mesma toada, porém, na segunda metade, tal não viria a suceder. Compete-me, igualmente, expressar aqui a minha impressão sobre a diferença de prestação da equipa em cada uma das partes do jogo, uma vez que pairou no ar a ideia de que muito se deveu às substituições feitas pelo treinador. Por conseguinte, sinto-me no dever de defender “a minha dama” e, acima de tudo, a dos atletas que entraram.

Tudo isto não tem que ver com as palavras de alguns adeptos, até porque – apesar de todo o respeito que me merecem – não se espera que alguns deles sejam capazes de deter um conhecimento sobre algumas matérias que os nossos jogadores, esses sim, têm a obrigação de dominar. Assim, respeito, mas não aceito que uma parcela dos nossos jovens tenha questionado a realização das substituições em apreço, fazendo fé no valor que o Chaneto e o João possuem e o que é a prática corrente da equipa em termos de trocas de jogadores durante as partidas.

Aliás, em bom rigor, foram esses mesmos jogadores que “queimaram” o seu treinador e os seus colegas que entraram em campo, por via da mudança de atitude que tiveram da primeira para a segunda metade do encontro. Sim, porque, após o intervalo, não conseguimos obstar à entrada forte do nosso opositor, mostrando-nos apáticos e desgarrados, atitude que impediu que continuássemos a dominar o jogo.

Deixámos de ser agressivos nas transições defensivas e escusámo-nos a executar as coberturas ofensivas e defensivas com o mesmo perfeccionismo vislumbrado na fase primeira da partida, ou seja, o sentido colectivo e a entrega dissiparam-se e, naturalmente, o rumo da partida inverteu-se. As ligações entre sectores não funcionavam; as saídas em construção curta culminavam, quase sempre, em passes errados; não conseguíamos ter a posse de bola por muito tempo; não éramos capazes de desorganizar o sistema defensivo contrário; o nosso jogo não tinha a mesma amplitude; os passes verticais não entravam; a circulação de bola começou a ser feita apoiada em exagerados toques por parte de alguns jogadores; a destreza na melhor leitura para cada momento fraquejou…

Por conseguinte, acabámos por perder o jogo, reagindo apenas nos minutos finais, o que serviria, somente, para reduzir a desvantagem.

Tenho que sublinhar que toda a equipa, na primeira parte, esteve muito bem, sendo que, na totalidade do jogo, realço a abnegação sempre presente do Rúben, mas permitam-me destacar a exibição do (juvenil) Guedes. Este jovem atleta teve uma atitude defensiva impressionante, acompanhada pela sua já conhecida qualidade em termos ofensivos.

O Guedes tem-me vindo a surpreender favoravelmente pela sua vontade em contornar uma das suas pechas: o jogo defensivo, certo que está que a sua classe atacante só poderá ser valorizada se auxiliada pela disponibilidade nos momentos de defender. Este jogador foi o que melhor interiorizou o momento da transição defensiva!

No resto, aquele golo que apontou não está ao alcance de todos; é daquelas situações que quem dominar o jogo percebe que temos que dar um “corte” na bola para ela entrar no poste mais distante; e a sua execução foi perfeita! Agradeço ao Guedes a sua entrega neste jogo! Por ele, o treinador e os seus colegas não tinham sido criticados, porque ele deu tudo para manter a mesma bitola evidenciada na primeira parte!

Nestes termos, tenho que reconhecer que esta derrota foi um duro golpe no caminho que traçámos, mas temos que dar a volta por cima já em Gandra, conscientes de que ainda podemos fazer muitas coisas interessantes.

Volto a insistir que aprecio muito estes jogadores e que estamos mais fortes do que nunca! E os resultados irão traduzir isso!


Saudações desportivas,


José António Moreira

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cête, 1 Sport Club Nun' Álvares, 3

Onze inicial


Fábio
Filipe
Rui Sousa
Nunes
Paulinho
Alexandre
Rúben
Paulo Marques ( Cap)
Pedro Costa
Fábio Rocha
Tiago
Suplentes

Ricardo (Juvenil)
Guedes (Juvenil)
Bruno
Ricardo
Vasco (Juvenil)
Nuno

Substituições

Alexandre > < Guedes 42'
Filipe > < Ricardo 42'
Tiago > < Nuno 42'
Rúben > < Vasco 81'
Paulo Marques > < Bruno 86'


Disciplina

Amarelo:

Paulo Marques 73'

Evolução resultado/Tempo/Marcador/

1ª Parte

1 - 0  5'

1 - 1  15' Rúben

1 - 2  40'  Pedro Costa

2ª Parte

1 - 3 63' Pedro Costa



Apreciação da Equipa

Só faltam – no mínimo – mais sete vitórias!


Enquanto não mudarem esta história das vitórias é uma chatice, porque a malta gosta de ganhar…e, felizmente, tal aconteceu no último sábado, em Cête, sendo alcançada uma vitória que me parece incontestavelmente merecida, traduzindo uma clara superioridade da nossa equipa.

Num campo cujas dimensões não acautelam as nossas referências de jogo, soubemos, porém, impor-nos por via de uma atitude excelente, evidenciando uma enorme vontade de sairmos dali com um resultado positivo, no sentido de nos começarmos a acomodar numa posição da tabela classificativa mais consentânea com o nosso real valor desportivo.

Fomos traídos, logo nos primeiros minutos de jogo, por uma infelicidade por parte do juiz da partida na análise errada a um lance que resultou no golo do nosso opositor, circunstância que soubemos contornar muito bem, não nos desviando dos nossos intentos, vindo a ser premiados, assim, com uma justa vitória nesta partida.

Devo dizer que todos os jogadores em campo se exibiram a níveis muito apreciáveis, mas será justo destacar as exibições do Pedro Costa e do Nunes, muito bem acompanhados pelo Fábio Rocha, pelo Rúben e pelo Rui Sousa. Gostei, igualmente, das prestações do Ricardo e do Filipe, este último revelando-se, para mim, uma agradável surpresa a sua assiduidade aos treinos e a evolução que tem registado. Parabéns Filipe! Cumpre-me, também, enaltecer a postura do nosso guarda-redes (Fábio), o qual tem mostrado que podemos contar com a sua vontade de treinar e jogar, jamais nos “abandonando” nesta nossa “saga”!

Com efeito, o Nunes esteve “em todas”, fazendo uma leitura excelente da maior parte dos lances, facto que permitiu que este jogador anulasse uma fatia imensa do caudal ofensivo do Cête. O Pedro Costa reiterou a boa forma que tem patenteado ao longo desta época, ocupando (desta vez) a posição 9 com uma entrega e uma dinâmica que desorganizaram por completo o nosso antagonista. A nossa vitória muito se deve a este atleta!

Deixo, por último, uma palavra para o Paulo Marques, apenas para me “atrever” a classificá-lo como o melhor jogador desta nossa série, classe que pode ser, naturalmente, melhorada, principalmente, em matéria disciplinar, quando o nosso capitão seguir todos os ensinamentos que lhe são carinhosamente recomendados pelo seu treinador.

Termino, reiterando aqui os elogios que já fiz no passado no que concerne à crença que tenho na qualidade destes jogadores, sendo que acredito, sinceramente, que a segunda volta vai-nos deixar consolidar as nossas capacidades futebolísticas, condição que, cumulativamente, nos vai “guindar” para os lugares cimeiros da tabela classificativa.

Gostaria de sublinhar, todavia, que não acho que este tenha sido o nosso melhor jogo, só porque o ganhámos; já jogámos bem melhor, mas perdemos. Contudo, foi importante para motivar o grupo e as condições do campo não favoreciam as nossas “boas práticas”.

É um gosto ser vosso treinador!

Temos pela frente, no mínimo, mais sete vitórias! Vamos lá rapazes!


José António Moreira


domingo, 21 de novembro de 2010

S. C. Nun´Álvares, 2 Marco 09, 3

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Paulinho
Nunes
Rui Martins
Alexandre
Rubem
Nuno
João Costa (Cap)
Fábio Rocha
Pedro Costa
Suplentes
Filipe
Guedes
Bruno
Ricardo
Substituições
Rui Martins > < Guedes 40'
Alexandre > < Filipe 68'
Ricardo > < Bruno 87'
Disciplina
Amarelos:
Rui Martins 38'
Ricardo 75'
Evolução resultado/Tempo/Marcador/
1ª Parte
0 - 1 42'
0 - 2 47'
2ª Parte
1 - 2 60' Guedes
1 - 3 62'
2 - 3 80' Nuno

Apreciação da Equipa
Nesta jornada regressou o nível exibicional a que estes jovens nos habituaram, não obstante a derrota ocorrida neste jogo contra o Marco, demonstrando que a postura em Sobrado constituiu uma excepção ao que tem sido a nossa regra.


Pena foi que tenhamos incorrido em alguns erros defensivos, que concorreram para a nossa derrota, mas, o mais importante, foi que os atletas envolvidos reconheceram que esses erros resultaram da não aplicação, naqueles lances, da nossa matriz de jogo.

Em termos positivos, cumpre-me realçar os argumentos que esta equipa vai esgrimindo em matéria de construção de uma série de jogadas que requerem um forte sentido colectivo e uma apurada capacidade dos intervenientes, realidade que me alegra sobremaneira.

Estou plenamente convencido que vamos sedimentar a nossa valia no que resta do campeonato, seguro que estou do crescimento desta equipa e do maior equilíbrio que a mesma vai arrecadar com o término da suspensão de alguns atletas e com a chegada de mais um óptimo reforço para o grupo (Cadani).

Foi com agrado que recolhi as apreciações positivas que foram feitas à nossa equipa, por parte do treinador do Marco e do seu Presidente, “Mister” Alves, que aproveitou para ver o crescimento de alguns atletas seus conhecidos.

Com efeito, quando se ouve elogios, mesmo perdendo, tal é evidenciador de que a equipa patenteia qualidades que são importantes para o desenvolvimento destes jogadores, sendo certo que – sem prejuízo da vontade que se tem de se obter vitórias – é esta a realidade que melhor servirá os interesses de quem quer evoluir nesta modalidade desportiva.

Neste jogo com o Marco destaco a equipa no seu todo, não me parecendo que alguém se tenha destacado dos seus colegas. Tivemos excelentes lances de alguns jogadores, mas que ainda foram combinados com coisas menos boas, facto que esbateu a exibição no seu todo.

Em suma, entendo que vamos evoluir para resultados e posição na tabela classificativa mais consentâneos com o nosso valor, conscientes de que a prevalência deve incidir na melhoria de aspectos que acabam por não deixar as nossas boas exibições traduzirem-se em vitórias.


Reitero, aqui, o prazer que me dá verificar o crescimento de todos aqueles que querem evoluir favoravelmente na prática desta modalidade, cenário que confere muito alento a quem trabalha nesse sentido.



Saudações desportivas,



José António Moreira

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

SOBRADO-5 NUN'ÁLVARES-0

Onze inicial
Bragança
Pedro Costa
Paulinho
Nunes
Xaneto
Miguel Sousa
Ricardo
Fábio Rocha
Tiago
João Costa (Cap)
Filipe
Suplentes
Fábio
Pedrinho
André
Bruno
Nuno
Substituições
Filipe > < Nuno 30'
Ricardo > < Pedrinho 30'
Tiago > < André 75'
Miguel Sousa > < Bruno 81'

Disciplina

Amarelos:
Fábio
João Costa
Chaneto
Vermelho:
Chaneto 70'

Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0  21'
2ª Parte
2 - 0  67'
3 - 0  70'
4 - 0  78'
5 - 0  86'
Apreciação da Equipa
Este jogo revelou-se o menos conseguido por parte da nossa equipa, não tendo sido capazes de trazer para esta partida a nossa matriz de jogo, para além de que a a atitude de grande parte dos nossos atletas deixou muito a desejar.
Não é, por certo, este o caminho que que queremos "pisotear", pelo que deixo aqui um alerta para quem pensa que, porventura, poderão ser dados facilitismos em função de resultados desfavoráveis.
Nós temos uma boa equipa - que ainda irá ser reforçada no próximo mês, com a entrada do "CADANI" -, de maneira que antevejo muitos cenários positivos para esta época.
Não se esqueçam que o principal objectivo passa por acrescentar competências ao vosso manancial, de molde a preparar-vos para a transição difícil para o escalão sénior.
Por tudo isto, espero que a equipa reaja positivamente a este mau jogo e que retire os ensinamentos devidos, por forma a eliminar a possibilidade de o mesmo voltar a ocorrer.
Escusado será dizer que continuo a gostar muito de vocês e a acreditar nas vossas capacidades! Temos aí dois jogos à porta muito importantes!

Um abraço,

José António

domingo, 7 de novembro de 2010

Sport Club Nun´Álvares 1- Sobreirense 2

Onze inicial
Fábio
Pedro Costa
Paulinho
Nunes
Xaneto
Alexandre
Filipe
Paulo Marques (Cap)
João Costa
Fábio Rocha
Guedes
Suplentes
Ricardo (Gr Juv)
Ricardo
Tiago
Pedro
Vasco
Bruno
Claudio
Substituições
Filipe < > Pedro 32'
Alexandre < > Vasco 46'
João Costa < > Ricardo 72'
Disciplina
Amarelo >Paulinho
              > Fábio
              > Fábio Rocha
Vermelho > P. Marques, 86'

Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0 - Pedro 38'
1 - 1 - 45'
2ª Parte
1 - 2 - 85'

Apreciação da Equipa
Derrota? Não, foi mais uma grande vitória!
O jogo deste sábado promoveu uma ambivalência de sentimentos, na medida em que a tristeza da derrota foi, para mim, ultrapassada por outros cenários que, no meu ponto de vista, são merecedores de uma valorização mais acentuada.

Quero com isto dizer que a carga negativa sempre adstrita à derrota foi muito bem anulada pela qualidade de jogo evidenciada pelos nossos atletas, para além do gesto que tiveram relativamente ao meu aniversário, o qual vai ficar bem guardado no meu álbum de recordações marcantes.

Sem querer retirar mérito à vitória do Sobreirense, entendo que nenhum dos espectadores presentes no jogo em apreço, minimamente habilitado para se pronunciar sobre futebol, será capaz de me contradizer no que respeita ao facto de eu considerar que a nossa equipa exibiu um leque de competências neste jogo bem mais robusto do que o do nosso antagonista. Os nossos jovens delinearam um conjunto de jogadas que tem subjacente um punhado de princípios de jogo que já fazem parte do nosso ADN.

Pode passar despercebido a quem está por fora, mas a diferença de qualidade do nosso jogo para o adversário (que é só o líder da nossa série) resulta de muito rebater em questões que julgamos serem as que melhor servem os propósitos do clube e, naturalmente, dos nossos jovens.

O mais difícil começa a ficar instituído, ou seja, estes jogadores acreditam nestes “valores” e fazem tudo para os aplicar na melhor perfeição possível, sendo certo que, felizmente, ainda têm muito para aprender e para aperfeiçoar.

O Fábio é hoje um guarda-redes mais equilibrado, facto resultante da sua maior concentração e vontade de fazer bem as suas tarefas, enaltecendo-se a sua atitude nos treinos: assiduidade e aplicação.

O Nunes e o Paulinho têm evoluído a olhos vistos, denotando uma vontade imensa de obstar aos seus aspectos menos conseguidos. Os meus parabéns para eles.

O Chaneto internalizou que tinha que mudar o seu comportamento disciplinar e já me convenceu de que é capaz; veja-se a sua postura nesta partida!

O Pedro Costa tem-se revelado como a surpresa da época, tal têm sido os seus níveis exibicionais, e a jogar em várias posições! É um atleta que tem acomodado uma inteligência e uma dinâmica que o transformaram num dos melhores jogadores da equipa! Isto é de jogador!

O Paulo Marques tem sido capaz de expurgar as suas enormes potencialidades; posso afirmar que ele é um jogador cujas valências que se pedem a um jogador que joga na sua posição estão lá todas, e a níveis bem altos! É um jogador que merece todo o meu empenho numa perspectiva de não hipotecar o seu futuro desportivo por via de aspectos, por vezes, banais.

O Fábio Rocha tem-se assumido como uma mais-valia para a nossa equipa, conferindo-lhe um acréscimo significativo de qualidade, ajudando a que o nosso meio-campo assuma as rédeas dos jogos – como bem gostamos –, para além do enorme sentido de grupo que tem patenteado.

O Rúben delicia-nos com a sua evolução rápida: muita concentração táctica, forte sentido colectivo e…muitos comentários nos treinos que nos fazem rir… :-)

O João perdeu alguma velocidade – o que é uma pena – mas a sua atitude competitiva é excelente, dando tudo em prol da equipa, como se comprovou neste jogo com o Sobreiense que o seu esforço desmedido o levou a contrair cãibras e a sair prematuramente da partida.

Não queria deixar de enaltecer o bem que fazem à equipa jogadores como o Alexandre, o Tiago, o Ricardo, o André, o Dani, o Bruno e o Salvador! A nossa equipa tem estado muito bem nos jogos realizados, muito graças a estes jogadores, porque têm dado maior competitividade aos treinos e, desta feita, têm contribuído para o crescimento de todos. Estou a torcer para que me dêem muitas “dores de cabeça”, sendo certo que alguns deles já são muitas vezes titulares (veja-se o caso do Alexandre). Gosto muito deles!

A presença assídua de jogadores dos juvenis será uma constante ao longo da época, porquanto contamos com a colaboração do meu colega, Rui Teixeira, em matéria de entendimento do que melhor corresponde às ambições dos nossos jogadores e do clube. Temos rapazes nos juvenis com muita qualidade e, ainda nesta partida, obtivemos o nosso golo através do Pedrinho, que respondeu da melhor maneira a um excelente passe do Fábio Rocha. Uma palavra para qualidade do Guedes, que irá merecer muito trabalho dos treinadores para que a mesma se traduza em resultados práticos para as partes interessadas (clube e jogador).

Em suma, temos muita qualidade na formação, o que nos faz dar por bem empregue o tempo que empregamos ao longo do fim-de-semana no seu acompanhamento. É uma felicidade para mim estar inserido nesta “família”! Digo-o com toda a sinceridade!

Eu queria terminar com o facto que me marcou mais neste sábado e que tem que ver com a surpresa que os meus jogadores me fizeram no final da partida, apresentando um bolo e cantando-me os parabéns! Este tipo de acções destes jovens não se conquista do dia para a noite! Senti-me muito orgulhoso e emocionado!

Já agora, fica aqui aquilo que eu não consegui proferir antes do jogo: eu sou mais feliz, neste momento (aos quarenta anos), muito também graças ao facto de poder colher o vosso respeito e a vossa amizade!



Obrigado a todos!



José António

domingo, 31 de outubro de 2010

União do Sousa 1 - Sport Club Nun´Álvares 1

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Pedro Costa
Paulo Marques (Cap)
Ruben
Guedes
João Costa
Fábio Rocha
Filipe
Suplentes
Ricardo (Gr Juv)
Alexandre
Ricardo
Tiago
Salvador
André
Pedro
Substituições
Filipe < > Alexandre 43'
Dani < > Ricardo 43'
Fabio Rocha < > Pedro 72'
João < > Tiago 87'
Disciplina
Amarelo > Paulo Marques 42'
                 Fábio Rocha 60'
Vermelho > Ruben 75'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
0 - 1 - Ruben 17'
1 - 1
2ª Parte
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APRECIAÇÃO DA EQUIPA

Mais um grande jogo da nossa equipa, apesar das dimensões do terreno não favorecerem os nossos princípios de jogo. Esta contrariedade foi compensada com uma atitude fabulosa destes rapazes, nomeadamente na segunda metade do encontro.


Se, na primeira parte, o resultado de um empate a uma bola se ajustava ao que se tinha passado nessa fase da partida, o nulo verificado na segunda parte foi deveras lisonjeiro para os nossos antagonistas, tantas foram as oportunidades de golo criadas.

Conseguimos, não obstante a inferioridade numérica, encostar o União de Sousa à sua zona defensiva, sendo capazes de pressionar alto e remeter grande parte do nosso jogo para as nossas zonas intermédia e ofensiva, graças a uma agressividade defensiva muito apurada e a uma circulação de bola forte, muito inspirada na mobilidade dos nossos jogadores e nas coberturas ofensivas aplicadas a preceito.

É agradável ser treinador de uma equipa assim, que procura expurgar sempre as linhas orientadoras do seu jogar, circunstância que nos permitirá elevar os índices de exigência em termos tácticos e técnicos, sendo certo que tal se repercutirá favoravelmente no crescimento de todos e, consequentemente, no crescimento da nossa equipa.

Tudo isto se traduzirá, naturalmente, em muitos resultados positivos, estando crente de que vamos ser capazes de fazer parte do grupo de equipas que andará na frente da tabela classificativa.

Cumpre-me destacar as excelentes exibições do sector defensivo, particularmente do Paulinho, do Nunes e do Pedro Costa. O Paulo Marques – mesmo sem atingir, na primeira parte, a bitola dos primeiros jogos – voltou a confirmar que é um atleta acima da média (aquele remate de pé esquerdo ao poste é bem elucidativo disto). O Juvenil Guedes voltou a mostrar que pode ajudar bastante esta nossa equipa. O Alexandre entrou muito bem no jogo. O Rúben marcou um bom golo…e foi expulso injustamente!

Bom, rapazes, espero que continuem a surpreender-me positivamente, de modo a potenciar a nossa alegria nos treinos e nos jogos, uma vez que o relacionamento entre todos é muito bom.

Eu tenho muito orgulho em vocês!

Saudações amizo-desportivas,


José António

domingo, 24 de outubro de 2010

Sport Club Nun´Álvares 3 - Rio Moinhos 0

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Pedro Costa
Paulo Marques (Cap)
Ruben
Guedes
Fábio Rocha
João Costa
Pedro
Suplentes
Alexandre
Filpe
Ricardo
Tiago
Nuno
Bragança
Miguel Sousa
Substituições
Dani < > Miguel Sousa 35'
Pedro < > Nuno 40'
Guedes < > Ricardo 75'
Fábio Rocha < > Alexandre 87'
Disciplina
Vermelho > Nuno, 82'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
1 - 0 - Fábio Rocha 40'
2ª Parte
2 - 0 - Guedes 67'
3 - 0 - Paulo Marques 90'

Apreciação da Equipa
Neste quarto jogo do campeonato os nossos jovens voltaram a exibir-se a um nível muito apreciável, demonstrando enorme vontade de jogar bem e ganhar, contra uma equipa do Rio Moinhos cuja exibição deixou perceber que se trata de uma das boas equipas deste campeonato.
Como está escrito nos "nossos livros", tentámos desde cedo pegar nas rédeas do jogo, acção que não foi facilitada pelo nosso antagonista, por via de uma defesa agressiva e um futebol mais directo que nos causou alguns sobressaltos na primeira metade do encontro, para além de que o vento que se fazia sentir auxiliou essas acções do adversário.
Ainda assim, acabámos a primeira parte a vencer graças a um golo do Fábio, sendo que o remate vitorioso do nosso atleta contou com a menor inspiração nesse lance do guarda-redes do Rio de Moinhos.
Na segunda metade da partida o nosso ascendente foi mais notório, acomodado no desempenho que alguns jogadores tiveram em matéria de coberturas ofensivas, acções de penetração e de mobilidade. A qualidade das nossas zonas intermédia e ofensiva sobressaía cada vez mais, contando com a profundidade que os laterias estavam a conferir à equipa, particularmente o Pedro Costa.
Não foi, então, de estranhar o aparecimento do segundo golo, resultante de uma tabela entre o Nuno e o Guedes, tendo este último - de forma muito competente - se interposto entre o defesa e a bola, ganhando assim posição para se esgueirar para a baliza e finalizar com a mestria que este atleta já nos habituou.
Já no final do encontro, o Paulo Marques fechou a contagem do jogo, vendo premeada mais uma bela actuação. Este jogador tem crescido bastante em termos de jogo colectivo e actuação disciplinar, factos que, aleados à sua enorme valia técnica e física, levam a rotulá-lo como um jogador acima da média para a nossa escala.
Com efeito, merece, então, saliência o nosso triângulo do meio-campo, na medida em que, não obstante todas as outras tarefas empreendidas, foram eles os autores dos três golos da partida.
O nosso "tridente" atacante também esteve em bom plano; o João com mais uma actuação muito esforçada e direccionada para o colectivo; e o Rúben, que correu quilómetros, sempre em prol da correcta execução das acções adstritas à sua missão em campo. O juvenil Pedrinho cumpriu bem o seu papel e o seu substituto (o Nuno) esteve presente no segundo golo, mas depois comprometeu a equipa ao ser expulso no decurso de uma agressão ao adversário. Assim não, Nuno! Tu sabes que esse tipo de procedimentos não cabe na nossa equipa e, como tal, vais ser agora "castigado" tendo que assistir às nossas partidas de fora.
No nosso sector defensivo, destaco a actuação do Juvenil Miguel Sousa (muita intensidade, que o faz acompanhar o ritmo destes jogos dos juniores) e do Pedro Costa (mais uma vez, muito bem, neste caso a "tapar o buraco" no lado esquerdo da defesa). O Nunes e o Paulinho tiveram uma exibição muito dedicada, mas eu exijo mais destes belos jogadores. Ainda podemos melhorar as coberturas e as transições defensivas.
Por conseguinte, estou muito satisfeito com a postura destes jovens até ao momento. Eles até já são capazes de treinarem sozinhos! Estou, igualmente, curioso para verificar se somos capazes de nos impormos no campo de adversários do cimo da tabela classificativa, até porque os nossos princípios passam por aí.
Estámos a construir uma bela equipa!
Destaco, por fim, o comportamento do "nosso capitão" da época passada (Márcio) e actual jogador dos seniores do clube, o qual se deslocou, no final do encontro, ao nosso balneário para cumprimentar os nossos jovens! Obrigado Márcio; outra coisa não esperaria de um homem como tu! Muitas felicidades para ti!

Vamos continuar na mesma toada rapazes, para continuarmos a ser felizes!

Saudações desportivas,  

José António

domingo, 17 de outubro de 2010

Baltar 4 - Sport Club Nun´Álvares 4

Onze inicial
Fábio
Dani
Paulinho
Nunes
Xaneto
Pedro Costa
Rúben
Paulo Marques (Cap)
João Costa
Fábio Rocha
Nuno
Suplentes
Alexandre
Filpe
Bruno
Ricardo
Tiagõ
Substituições
Dani < > Ricardo 43'
Nuno < > Filipe 71'
Ruben < > Tiago 83'
Disciplina
Amarelo > Ruben 10' ; Paulo Marques 75' ; Ricardo 87' ; Fábio 90'
Vermelho > Chaneto, 89'
Evolução resultado/Marcador/Tempo
1ª Parte
0 - 1 - João 4'
1 - 1 - 11'
1 - 2 - Ruben 20'
2ª Parte
1 - 3 - Paulo Marques 65'
2 - 3 - 68'
2 - 4 - Fábio Rocha 77'
3 - 4 - 83'
4 - 4 - 84'

Apreciação da Equipa
Este empate conseguido em Baltar soube a muito pouco, face ao futebol produzido pela nossa equipa e atendendo ao desenrolar do marcador, no qual estivemos a vencer por 4-2 a dez minutos do final do encontro.
Tínhamos como propósito neste jogo dar continuidade ao resultado e exibição conseguidos na anterior jornada e foi com essa ambição que abordámos esta partida. Este sentimento resultava da qualidade demonstrada pela equipa nos dois primeiros jogos realizados, bem como pela crença e ambição registadas no seio do grupo.
Nessa medida, começámos o encontro com essa força, facto que acabou por traduzir-se num golo madrugador para nós, sedimentando, ainda mais, a nossa confiança. Não obstante a reduzida dimensão do campo, a nossa equipa não se desviou dos seus princípios de jogo e buscou a posse de bola, delineando boas jogadas, contrapondo com o futebol directo do adversário.
Nestes campos pequenos revela-se difícil manter o centro do jogo afastado da nossa baliza, uma vez que, um simples livre em zonas afastadas, pode transformar-se numa situação de perigo para as nossas redes. Embora o Baltar não fosse capaz de se abeirar da nossa área com perigo através de jogadas mais organizadas, acabou por fazer os seus 4 golos por via de 4 lances de bola parada, circunstância que espelha bem as nossas fragilidades neste tipo de lances.
De forma sucinta, quero evidenciar mais uma boa exibição dos nossos jogadores, dando mostras de valências que já requerem sentido colectivo e a aplicação de princípios que queremos ver vincados, como sejam as saídas em construção curta, uma forte posse de bola, uma correcta ocupação dos espaços, mobilidade ofensiva, largura no nosso jogo, combinação de passes em segurança com passes mais em profundidade, uma boa transição defensiva…
Muitas destas directrizes estiveram presentes, num terreno de jogo pouco ajustado (àquilo que deveria ser uma realidade em termos de dimensões) para os jovens colherem com mais facilidade estes ensinamentos.
Pena foi não termos sido capazes de revelar mais solidariedade nos lances de bola parada defensivos, de molde a evitar que o nosso antagonista fizesse disso a sua arma e nos tivesse retirado dois pontos que bem os merecíamos.
Em matéria exibicional, devo registar com agrado as boas exibições do Paulinho (muito bem a defender e a sair para a transição ofensiva); do Pedro Costa (a sua intensidade permite-lhe jogar em muitas posições neste momento); do Paulo Marques (Sempre em muito bom nível a defender e a atacar, marcando mais um bom golo); do Fábio Rocha (excelente atitude e muita classe no golo apontado – facilidade de trabalhar a bola com ambos os pés); do João (bom golo e muita entrega).
Sinto o dever de destacar, ainda mais, a exibição do Rúben, tal foi a entrega nas missões defensivas e a qualidade nas acções ofensivas. Este atleta tem uma postura magnífica nos treinos e nos jogos! Dá um enorme gozo ver um jovem que faz a sua segunda época oficial no mundo do futebol patentear tamanha evolução! Isso só é possível porque ele “ouve” o que lhe transmitem e verte essas palavras para as suas acções em campo! Os meus parabéns para ele!
Estou muito orgulhoso com este plantel e estou seguro de que vamos fazer uma excelente época! Não posso, apesar de tudo, deixar de sublinhar que este mesmo plantel dispõe de um enorme desequilíbrio entre alguns dos seus jogadores, condição que regula fortemente a realização das 5 substituições em alguns jogos, como foi o caso deste jogo em Baltar. Protelaram-se as substituições e a realidade verificada a jusante confirmou que a equipa perdeu muito com a concretização das mesmas.
Ora, os jogadores nestas condições terão que tentar mitigar a desigualdade para com os seus colegas, de modo a poderem ajudar também eles a equipa.
Uma palavra final para a expulsão do Xaneto. Este atleta tinha prometido não ser expulso esta época, mas acabou atraiçoado pela…sua linguagem. O nosso jogador proferiu uns impropérios de desabafo e foi penalizado pelo árbitro por esse facto. Poderá ser considerado excesso de zelo, atendendo que estamos no “Norte” e muitos destes termos são aplicados frequentemente. Naturalmente que não defendo a postura do meu jogador, mas, a atentar pelo que vejo em muitos campos de futebol nesta matéria, leva-me a concluir que muitos árbitros castigam a aplicação destes termos e outros…dizem-nos!

Saudações desportivas,

José António

sábado, 9 de outubro de 2010

Sport Club Nun´Álvares 6 - Paço de Sousa 0

Onze inicial
Fábio
Ricardo
Rui Sousa
Paulinho
Xaneto
Alexandre
Rúben
Paulo Marques (Cap)
Fábio Rocha
João Costa
Nuno
Suplentes
Bragança
Pedro Costa
Salvador
Filipe
Bruno
Nunes
Substituições
Alexandre < > Nunes 44'
Ricardo < > Pedro 44'
Nuno < > Filipe 71'
Paulinho < > Bruno 81'
Disciplina
Amarelo > Nuno 37'
Marcadores
1ª Parte
1 - 0 - Paulo Marques 34'
2ª Parte
2 - 0 - Nuno 58'
3 - 0 - Ruben 65'
4 - 0 - Paulo Marques 67'
5 - 0 - Filipe 76'
6 - 0 - Paulo Marques 87'

APRECIAÇÃO DA EQUIPA
Esta partida de futebol foi daquelas que um treinador fica muito satisfeito porque vê os seus jogadores acolherem as orientações dadas, não se desviando dos termos que referenciam o nosso jogo.
Evidentemente que o resultado expressivo, só por si, é motivador, mas o que mais me motiva é dar conta de preocupação que estes meninos têm em praticar um futebol concordante com as características que entendemos ser as mais propícias para o seu crescimento neste mundo competitivo como é o do futebol.
Nessa medida, os nossos jovens exibiram um futebol de enorme qualidade, privilegiando uma boa posse de bola, cenário que decorreu de boas coberturas ofensivas, correctos apoios e de uma mobilidade muito apreciável. Os ataques organizados predominaram, mas também soubemos ser capazes de fazer transições ofensivas céleres, aplicando com precisão passes mais verticais.
As nossas movimentações foram excelentes, conferindo largura ao nosso jogo sempre que tal se mostrava aconselhável, tendo aqui um papel preponderante os nossos flanqueadores - quer os médios, quer os defesas laterais. O Fábio e o Paulo Marques foram cerebrais na forma como serviram os seus colegas e como souberam fazer a redistribuição do centro do jogo.
Fomos muito concentrados desde a nossa primeira zona de construção, sendo "corajosos" e confiantes na forma como saímos em construção curta, não só os laterais, mas igualmente os nossos centrais. O futebol é para ser jogado com classe e vocês mostraram que acomodam capacidades para o fazerem de um modo competente.
Nas nossas transições defensivas, conseguimos criar muitas vezes zonas de pressão que levaram o nosso adversário a perder a bola rapidamente, ganhando superioridade nunérica em torno da bola quase sempre. O nosso bloco defensivo nunca se expôs em demasia, evitando, assim, que o nosso antagonista ganhasse condições para se interpor no espaço "morto" que medeia a linha defensiva do guarda-redes.
O nosso "triângulo" de meio-campo foi sempre muito equilibrado, não se desposicionando e fazendo uso de uma agradável harmonização em matéria de posicionamento, condição que evitou que o Paço de Sousa pudesse aproveitar o espaço entre linhas. Já o nosso meio-campo conquistou inúmeras vezes esse espaço entre linhas, merecendo um elogio o modo como foi lida cada situação dessas, nomeadamente, na interpretação do "timing" ideal para soltar a bola, ora aplicando bons passes de ruptura, ora transportando a bola e "queimando" linhas até à altura certa para lançar um colega.
Em suma, foi um exibição muito bem conseguida, mas temos como desafio crescer sempre numa óptica de melhoria contínua, no sentido de provarmos que somos suficientemente competentes para aplicar esta qualidade de jogo contra outros adversários cuja valia desportiva seja, com todo o respeito, mais acrescida que a do Paço de Sousa.
Temos que empreender os nossos recomendados "programas de emergência" para as situações que ocorrem múltiplas vezes num jogo de futebol, grande parte desses programas são requisitados nas transições defensivas. Não podemos apontar o dedo ao nosso colega porque este não soltou a bola, em detrimento de nos preocuparmos imediatamente em "apagar o fogo" por ele criado. Para essas abordagens temos o treinador.
Com efeito, endereço aqui os meus parabéns a todo o plantel, uma vez que tem assumido uma postura muito boa nos treinos e nos jogos; possuímos muita quantidade e muita qualidade, facto que convida a uma maior competitividade pela convocatória e pela participação no jogo. Como eu já sublinhei, neste momento não há espaço para atitudes menos condizentes com as nossas directrizes em termos de postura. A maioria tem uma atitude excelente e tal facto contagia todos aqueles cujo feitio seja mais "basculante" e possa cair para o lado da maioria, mesmo que este seja negativa.
Uma palavra, por fim, para a excelente exibição do nosso capitão Paulo Marques; foi completa a sua actuação, inclusive no "ataque" à zona de finalização, circunstâcia que concorreu para a marcação de três golos. Este jogador, se mantiver esta postura, poderá ser um caso sério nesta fase determinante da sua carreira desportiva - transição para os seniores. Ele tem uma forte capacidade física (inata), ele defende com agressividade, ele cabeceia muito bem, ele remata com potência e colocação, ele dribla com classe, ele define muito bem o binómio risco/segurança no que toca ao passe...enfim, um grande jogador!
O meu apreço vai, naturalmente, para todos os meus meninos, mas será justo destacar a exibição do Rui Sousa (concentração defensiva), do Fábio (manifesto azar - três bolas ao ferro), do Rúbem (grande jogada e grande execução técnica no seu golo), do Nuno (muito dinâmico) e do João (nenhum golo, mas muito trabalho em prol da equipa). Uma referência especial para a estreia de dois jogadores (Bruno e Filipe), merecendo destaque o golo apontado pelo Filipe, pouco depois da sua entrada, exercendo um gesto técnico perfeito no seu cabeceamento! Aliás, confirmou o bom jogo aéreo que vinha evidenciando nos treinos.

Continuem neste caminho, que vamos ter, por certo, mais tardes como esta! É um prazer ser vosso treinador!

Saudações desportivas,


José António

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

SCNA 0 - Gandra 2

Onze inicial
Fábio
Pedro Costa
Dani
Salvador
Xaneto
Rui Sousa
Rúben
Alexandre
João Costa
Paulo Marques
Fábio Rocha
Suplentes
Ricardo
Ricardo Moreira (utilizado)
Nuno (utilizado)
Joni (utilizado)
André (utilizado)


APRECIAÇÃO DA EQUIPA

Não obstante a "azia" pelo resultado obtido, devo dizer que fiquei muito agradado com a exibição realizada, deixando antever uma época com um nível exibicional elevado, certamente, acompanhado por resultados mais favoráveis.

Os jogadores mostraram preocupação em traduzir para o terreno de jogo as referências do nosso "jogar", exibindo uma capacidade de execução em matéria de passes quer horizontais, quer mais verticais, levando a bola a todos os espaços do campo.

Com efeito, os nossos jovens mostraram estar exigentes no que concerne à aplicabilidade dos aspectos que julgamos determinantes para o seu crescimento e, subsequentemente, para a equipa.

Evidenciámos, ainda, as habituais fragilidades defensivas, restando-nos continuar a combater essa deficiência, no sentido de debelar uma situação que condiciona, naturalmente, os nossos resultados e as nossas exibições. Obviamente, que, ao sofrermos um golo, os índices de motivação decrescem e levam a uma queda no nível exibicional.

Estivemos menos bem, igualmente, nas jogadas que tiveram lugar mais próximo da baliza adversária, na medida em que não fomos capazes de ser fortes em termos de mobilidade, de modo a desorganizar a defensiva do nosso antagonista e, assim, criar situações de finalização. Ou seja, não conseguimos dar continuidade às boas jogadas delineadas em terrenos mais recuados.

Tivemos, infelizmente, uma expulsão do Rui Sousa, sendo que - sem querer desresponsabilizar o nosso atleta pelo seu acto irreflectido - tal facto foi muito potenciado pela atitude pouco humilde de alguns jogadores do Gandra que, na hora dos festejos do segundo golo, resolveram incluir provocações aos nossos jovens, condição que convida a uma resposta menos correcta por parte de quem já está muito triste com a derrota.

Não causará estranheza essas atitudes dos jogadores adversários, tendo presente as declarações do seu treinador no final da partida, defendendo actos de anti-jogo como fazendo parte do futebol...é difícil rivalizar com ensinamentos destes...a ser verdade, porém, os seus insultos aos meus jogadores, não me espanta essa sua posição...!!!

Todos os jogadores estiveram em bom plano - inclusive quem foi substituído antes do intervalo -, mas permitam-me que destaque as exibições do Paulo Marques e do Pedro Costa, este último com início de época muito prometedor.

É justo dizer que no ano em que subimos não tínhamos a mesma qualidade de jogo nesta fase da época, devendo-se as nossas vitórias à qualidade individual de alguns desses jogadores, sendo que as boas exibições apareceram mais adiante.

Nesse sentido, quero sublinhar que espero muito destes jovens, desde que continuem a perseguir a melhoria contínua em matéria de comportamento dentro do campo, circunstância que favorecerá o aparecimento cumulativo de bons resultados desportivos.

Lamento o meu tratamento "pouco agressivo" para com estes jovens, talvez devendo-se ao facto de eu não me rever nessas atitudes e, por certo, à minha amizade e respeito por todos eles!

Saudações desportivas,

José António

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

CASTIGO AO XANETO

Lamentavelmente, alguns dos nossos atletas teimam em levar a que o treinador faça uso de um direito atribuido habitualmente a quem lidera: o castigo.
Desta vez, o Xaneto resolveu abandonar o treino da última terça-feira, sem me consultar, alegando que alguns colegas o estavam a provocar.
Naturalmente, não posso pactuar com uma postura desta natureza que, intencional ou não, concorre - caso o treinador não tome uma posição - para uma total "anarquia" no seio do grupo.
Já tinha enfatizado que teremos que ser rigorosos com o nosso comportamento, não só desportivo, mas também de outra ordem, nomeadamente disciplinar, motivo pelo qual não poderia deixar impune este acto irreflectido do nosso atleta.
Fico satisfeito por verificar que alguns jogadores se manifestam contra determinados comportamentos menos consentâneos com o que é exigido num quadro de uma equipa de futebol. Temos, indubitavelmente, de nos revoltar contra quem acaba por obstruir um caminho rumo à aprendizagem e ao crescimento enquanto atletas e enquanto homens.

Tenho pena, Xaneto, mas a equipa (na qual tu estás incluído)"exige" esta medida.

Saudações desportivas,


José António

terça-feira, 14 de setembro de 2010

CASTIGO AO PAULINHO

O treino de ontem - que até estava a ter uma intensidade acima do habitual (não será difícil, porventura) - acabou da pior maneira, culminando na suspensão do jogador Paulinho por uma semana.
Tudo por causa da discussão de um lance banal, no qual dois atletas (o Paulinho e o Rúben) discordaram de quem tinha deitado a bola pela linha de fundo.
Comungando eu da opinião de que o Paulinho estava a fazer o juízo certo, dei indicações a esse jogador para executar o pontapé de canto respectivo, tarefa à qual esse nosso atleta se escusou a executar.
Em face dessa atitude foi comunicado ao Paulinho que estava suspenso dos treinos uma semana.
Devo dizer que fico bastante triste pela tomada destas posições, mas o atleta não deixou alternativas em função da sua inflexibilidade. Pese embora o Paulinho não visasse atingir o treinador, o que é certo é que a sua posição traduziu-se num claro desrespeito perante a figura de quem compete liderar a equipa.
Já tivémos oportunidade de conversar e o Paulinho compreendeu a minha decisão e lamentou o facto da sua atitude ter atingido o processo de liderança do treinador.

Recordo que o nosso documento com as referências da nossa postura penaliza estes comportamentos, não isentando, inclusivamente, o treinador de um castigo por uma postura inadequada à sua posição.

Um abraço...para o Paulinho.


José António

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

APRECIAÇÃO DO JOGO-TREINO COM O SOBRADO

Este nosso terceiro jogo-treino com o Sobrado foi, na minha perspectiva, o menos conseguido em matéria de aplicação dos desígnios de jogo que temos intensão de empreender ao longo da época cujo início se aproxima.
Confesso que me entristeceu verificar a pouca vontade que a maioria dos atletas evidenciou para colocar em campo aquilo que o treinador pede. Sublinhe-se que não me estou a referir a aspectos que poderão ser encarados como "perfeccionismos" do treinador, mas, essencialmente, a situações básicas do futebol, já rebatidas insistentemente por quem compete ensinar estas questões.
Com efeito, fomos muito pobres no que toca à mobilidade e às coberturas ofensiva e defensiva. Grande parte dos jogadores "escondem-se" atrás dos opositores, em vez de se "oferecerem" aos seus colegas como linha de passe. Somos capazes de ver um colega de equipa enrascado e ficamos estupefactos a observar, em detrimento de dar-mos a nossa preciosa ajuda; o individualismo também continua a imperar; a pouca comunicação útil permanece uma realidade...enfim, temos muito a melhorar!

Em face desta realidade, só nos resta demonstrar mais vontade de treinar estes aspectos e de os aplicar em situação de jogo. Se continuarmos a não internalizar o que o treinador vai rebatendo, acreditem que as alegrias que tanto ambicionamos vão ser trocadas por enormes decepções no campeonato quase a começar.

Volto a sublinhar esta questão: se quiserem ser atletas "remediados" não contem comigo para vos conduzir em velocidade cruzeiro, apenas para soltarem umas calorias e para se exibirem para uma plateia que vos interessa; se estiverem dispostos a adoptarem uma postura de melhoria permanente, aí sim, podem contar comigo.

Ah, e, independentemente do caminho que seguirem, poderão contar sempre com a minha amizade.

Saudações desportivas,


José António

Jogo Treino_Nun´Álvares-Sobrado

Sábado  04 Setembro 2010 17H30
Complexo Desportivo Nun´Álvares
Equipa de Arbitragem: Abilio, auxiliado por:Berto e Luis
Resultado: 3 : 3
Marcadores:Paulo Marques, Nuno (2) 

Constituição Equipa

Fábio
Ricardo
Nunes
Paulinho
Dani
Alexandre

Ruben
Paulo Marques
Rui Sousa
Pedro Costa
Fábio II

Suplentes
Bragança
Edmundo
André
Chaneto
Guedes
Nuno
Salvador

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ISTO É IMPORTANTE?(2)

Velocidade
Hoje o assunto em análise advém da confrontação, facto e reconhecimento evidente, de um atleta que sente estar lento e precisa treina velocidade.
Primeira, espontânea e indiscutível resposta, temos treinar velocidade.
De forma reduzida e sucinta, sem qualquer tipo de raciocínio ou pensamento, com os conhecimentos empíricos transmite-se minimamente o que poderia fazer-se no próximo treino e a uma técnica para o fazer.
Sendo o tema complexo e em conjugação com a finalidade, futebol, mais emaranhado se torna e não deve ser analisado de forma minimalista. Nesta área é susceptível de mais divisões pois levanta questões sobre o pensamento futebolístico de cada um e de quando e como deve ser realizado o seu treino, em todo caso importa saber.
Deve-se iniciar o treino de velocidade o mais cedo possível, idade, porque o sistema nervoso central e a estrutura das fibras musculares podem ser influenciados de modo adequado quando se é mais novo.
Os exercícios de velocidade devem fazer parte de todas as sessões de treino e na nossa opinião em situações análogas ao jogo.
Deve ser realizado um breve aquecimento, intenso e completo, antes dos exercícios de velocidade com a principal finalidade de evitar lesões.
O treino de velocidade deve ser realizado em estado de ausência de cansaço e numa fase inicial do treino
É muito importante a velocidade no futebol, mas ela só se torna efectiva quando é realizada (treino) no limite máximo ou seja com intensidade.
Logo que desperte o cansaço deve-se terminar o treino da velocidade.
Ter sempre atenção que após o valor da carga a recuperação deve ser activa em tempo vinte vezes superior. (Exemplo: 3 segundos de carga 60 segundos recuperação activa)

Voltaremos ao assunto

Isto é importante ?????

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dois novos atletas

Mais uma vez temos razões para aumentar umas palavras à vossa lista de presenças.
Dizemos razões, pois são duas.
1ª Razão
Como do antecedente, sempre que se apresentou um atleta “novo”, lançamos “bitaites”, assim não podia deixar de ser com o Fábio.
Recebemos o Fábio no nosso seio de uma forma diferente dos anteriores atletas. Chega dos Seniores do Clube, embora tenha idade de e seja ainda júnior.
Simplificando, não ingressa directamente no clube para os juniores, entra para os seniores, onde tem treinado e estado a disposição da equipa técnica, com acordo de utilização nos juniores sempre que disponível e possível.
Este facto demonstra uma boa visão do clube quanto ao aproveitamento do atleta, sua formação e evolução pois pelo quanto nos foi dado a observar, para o nosso nível, o Fábio tem características acima da média que trabalhadas poderão e deverão fazer dele um atleta com um futuro risonho, caso assim deseje.
Este preâmbulo elucida para a excepcionalidade do caso no momento que nos incumbe comentar a sua integração na equipa, sendo certo que o Fábio não terá qualquer tratamento excepcional no nosso meio sendo, repetimos, um caso excepcional pelos factos já mencionados.
Demonstrou neste primeiro contacto um bom relacionamento, humildade e qualidades técnicas, e que nos fosse dado a perceber, não exibiu qualquer vedetismo. É por estas características e com estas que te damos as boas vindas, sejas feliz connosco esperando que seja profícua a tua continuidade junto de nós.
2ª Razão
A 2ª razão prende-se com a chegada do André, atleta que evidencia uma enorme humildade para assimilar o que o treinador lhe pede.
É um jovem que não criará, por certo, dificuldades ao seu treinador, assumindo uma postura nos treinos que agradam sobremaneira.
Acredita-se que este jogador poderá minimizar muitas das suas debilidades futebolísticas presentes, através desta sua postura aberta à aprendizagem e reconhecedora de que terá muito que aprender, atendendo ao seu grande interregno desportivo. 
Continua assim, André, que colherás os merecidos frutos.

Sejam felizes, a vossa felicidade faz parte de nós.

PRESENÇAS NO TREINO DO DIA 6 DE SETEMBBRO

Bragança, Fábio, André, Ricardo, Paulinho, Nunes, Dani, Alexandre, Paulo Marques, João, Pedro Costa, Rúben e Nuno.

13 atletas. Parabéns pela assiduidade!

APRECIAÇÃO DO JOGO-TREINO EM ALFENA

Neste nosso segundo jogo de preparação, entendo que demos indicações de que poderemos fazer um campeonato competitivo, desde logo, se tivermos uma "avalanche" de jogadores (19) como tivémos no sábado passado em alfena.
Estivémos mais fortes, essencialmente, no plano defensivo, sendo capazes de manter elevados os índices de concentração, facto que motivou a que a equipa dominasse os necessários princípios defensivos. Este aspecto tem importância acrescida, atentas as más prestações da nossa equipa neste capítulo defensivo nas últimas duas épocas.
Em matéria de processo ofensivo, não estivémos tão competentes, na medida em que deveríamos ter sido mais fortes nas acções de penetração e nas coberturas ofensivas, sendo certo que a nossa equipa terá que procurar ter mais posse de bola, não a perdendo com tanta facilidade.
Naturalmente que ainda há muito para melhorar, mas confesso que fiquei agradavelmente surpreendido com o desempenho da equipa, para mais tendo presente o grau de dificuldade que a equipa do Alfenense sempre apresenta.
Em suma, temos matéria prima para sermos competitivos; faço votos, porém, para que os nossos jovens desejem ser rigorosos e ambicionem aprender cada vez mais, com vista a sobreelevarem as suas competências individuais e colectivas.
Uma palavra final para um factor que será determinante para o nosso desempenho desportivo: o sentido colectivo. Temos um grupo que se relaciona muito bem, mas tal deverá ser traduzido para dentro de terreno, devendo privilegiar-se sempre uma comunicação saudável entre todos os atletas, que aplauda nos momentos bons e apoie nos maus momentos.

José António

CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA
Fábio
Ricardo
Paulinho
Nunes
Edmundo
Alexandre
Rúben
Paulo Marques
João
Fábio II
Nuno

SUPLENTES
Bragança
Dani
Pedro Costa
Joni
Rui Sousa
Vasco
Guedes

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Presenças Treino 01Set10

Fábio; Alexandre; Nuno; Pedro Costa; Paulo Marques; Paulinho;Tiaguinho; Ricardo, Edmundo; Fábio II; Dani; Nunes; André; João Costa;

14 Atletas

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

“Leitura”. Útil? (2)

Como prometido…….da leitura
“..........O jogo de futebol decorre num espaço no qual duas equipas se contrariam para atingir os seus objectivos. No entanto, o modo como o fazem resulta do modo como se relacionam entre si. A capacidade de cada equipa assume-se nos argumentos que traduz nas interacções dos seus jogadores. Reconhecemos uma equipa quando os seus jogadores e treinador transformam o espaço de jogo num contexto. Os acontecimentos tornam-se familiares naquilo que representam para todos. A disparidade de concretização daquilo que se percebe e daquilo que se intenciona fazer é um processo contínuo e que carece de tempo para que haja uma interactividade colectiva em vez de um conjunto de comportamentos reactivos e mecanizados dos jogadores. A expressão do jogo revela quando uma equipa tem critério ou se trata de um conjunto de comportamentos que se desenvolvem independentemente do contexto. A qualidade de uma equipa manifesta-se na sua capacidade de gerir (adaptando-se) de forma inteligente aos problemas com que se depara ou seja, tem capacidade para reconhecer as diferenças e as exigências que o adversário coloca. E para isso, tem de ter CRITÉRIO.
O CRITÉRIO é a selectividade com que se interpreta e desenvolve o jogo. Revela-se nas relações dos jogadores que se ajustam na concretização dos princípios de jogo. O que é MUITO DIFÍCIL porque carece de inteligência individual nas interacções com os demais, de um sentido colectivo em que cada um contribui singularmente (em função das suas características) no modo como se faz sentir nos demais e de capacidade de ajustamento pois a rigidez de intenções limita a concretização de um jogo de qualidade.
Então, o jogo adquire qualidade quando tem Critério RELACIONAL e o seu desenvolvimento mostra-nos que os jogadores jogam ou seja, interagem para e no contexto. Deste modo, o contexto do processo de treino e competição tem de ser gerido com SENSIBILIDADE para que os jogadores possam ser reconhecidos na sua qualidade de jogadores em detrimento de jogadores que se restringem nas jogadas concebidas e mecanizadas pelos treinadores (responsáveis pelo processo). O que é muito difícil pois exige tempo e capacidade. Aliás, o tempo é condição fundamental para a qualidade.......”

Podemos esmiuçar…….

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Presenças Treino 30Ago10

Fábio; Alexandre; Nuno; Rui Sousa; Paulo Marques; Paulinho; Ricardo, Ruben; Dani; Nunes; João Costa; Joni; Chaneto; Salvador 
14 Atletas
Hoje, para além de mencionar a vossa presença no treino, destacamos a comparência do Rui Sousa, novo atleta dos Juniores, vindo do clube vizinho Sobreirense. À semelhança do que aconteceu com o Nuno, e não discriminando ninguém, reforçando o já dito no inicio da sessão de trabalho, tudo faremos para a sua fácil integração, tentaremos transmitir os melhores conhecimentos desportivos e humanos para o tornar melhor desportista e homem, é aquilo que tentamos fazer com todos vós no dia a dia dos nossos treinos. Desejamos que seja muito feliz connosco sendo essa felicidade sinónima que a sua opção foi a melhor não havendo com isto qualquer desprestígio para a Instituição de onde é transferido. Confirma que é possível existirem boas relações entre todos, sendo certo, quem fica a ganhar são os jovens, como vós, que continuam a poder fazer aquilo que mais gostam e no local de onde se sentem melhor. No fundo é o cumprimento do dever e obrigação enquanto instituições ao serviço comunidade onde se inserem. Parabéns à Direcção dos dois Clubes e que isto seja característico de um futuro risonho para todos.

Sejam felizes, a vossa felicidade faz parte de nós

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Apreciação ao primeiro jogo particular desta época

É sempre agradável para quem adora esta modalidade ver iniciar-se mais uma época desportiva, ainda que só, para já, a título particular.
Importa, desde logo, dizer que a prestação dos nossos jogadores foi positiva, conscientes que estamos, naturalmente, que muito há para melhorar - e muito mau seria se assim não fosse.
Foi um jogo que teve o condão de permitir constatar que alguns atletas estão na disposição de fazerem um campeonato em bom nível. O Paulo Marques é um desses jogadores, na medida em qua a sua actuação pautou-se por uma enorme qualidade, não só técnica (que essa toda a gente lhe reconhece), mas també táctica e, especialmente, com uma postura disciplinar digna de relevo.
Destaque para a capacidade de luta do João e para o "andamento" do Xaneto, do qual se espera bastante esta época. Saliência, ainda, para o Nuno (jogador que veio do Sousense), que evidenciou que nos poderá ajudar neste campeonato.
Não posso deixar de agradecer a ajuda dos jogadores dos Juvenis: Eduardo, Vasco e Guedes, registando-se a excelente exibição deste último, coroada com dois golos muito bonitos.

Em suma, é sempre moralizador ganhar, mas temos que perceber que devemos concentrar-nos em apreender o mais rápido possível as referências do nosso jogo, certos de que cada atleta terá como missão potenciar o modo como poderá auxiliar a equipa, sem inibir as suas capacidades individuais.
Devemos ser exigentes e rigorosos, não desculpabilizando uma eventual menor aplicação com a realidade em que estamos inseridos.
No meu caso, procuarei aproximar-me cada vez mais dos melhores. E vocês? Vão quedar-se por serem uns simples jogadores que não dominam o desporto que amam? Fica ao vosso critério...

Saudações desportivas,


José António

sábado, 28 de agosto de 2010

Jogo Treino_Nun´Álvares-Ataense

Constituição Equipa
Bragança
Ricardo
Nunes
Paulinho
Dani
Alexandre
Ruben
Paulo Marques
Nuno
Pedro Costa
João Costa
Suplentes
Edmundo
Chaneto
Vasco
Guedes
Eduardo

Presenças Treino 27Ago10

Bragança;  Alexandre; Nuno; Pedro Costa; Paulo Marques; Paulinho; Ricardo, Ruben; Edmundo; Dani; Nunes; João Costa;

12 Atletas

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Presenças Treino 25Ago10

Bragança; Paulo Marques; Alexandre; João Costa; Nuno;Salvador; Pedro Costa; Paulinho; Ricardo, Ruben; Edmundo; Dani; Nunes

13 Atletas

terça-feira, 24 de agosto de 2010

“Leitura”. Útil?

Mais uma rubrica que pretendemos explorar.
Por vezes encontramos nos jornais diários, nos livros, revistas e até no “lixo” que lá por casa vamos guardando, afirmações, discursos, relatos com algum interesse. Muitas vezes esses excertos espelham o nosso quotidiano, coadunam-se com forma como pensamos a vida, o futebol, o desporto. Em muitas situações servem de, bom ou mau, exemplo para nos podermos guiar, moldar a nossa atitude perante as vicissitudes que se nos deparam nas mais variadíssimas situações. Evidentemente cada um, tira ou faz, sua interpretação mas o “Nosso” objectivo é alertar para sua existência, consequentemente estimular o conhecimento, confrontação de factos e pensamentos.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Presenças Treino 23Ago10

Bragança;  Alexandre; Paulo Marques; Nuno; Pedro Costa; João; Paulinho; Ruben; Edmundo; Dani; Ricardo 


11 Atletas

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Presenças Treino 20Ago10

Fabio; Bragança;  Paulo Marques; Alexandre; João; Nuno;Salvador; Pedro Costa; Paulinho; Ruben; Edmundo; Dani;
12 Atletas

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ISTO É IMPORTANTE?

ALONGAMENTOS

Ora, aqui está o primeiro ISTO É IMPORTANTE?
No treino de ontem, durante um dos alongamentos o Pedro Costa, e muito bem, alertou para a posição em que deveriam ser colocados os braços e o tronco aquando de um exercício.
Com esta atitude, mostrou conhecimento e interesse na perfeita execução do mesmo. ISTO É IMPORTANTE, pena é que nem todos assim pensem e ainda melhor, executem.
     Assim, para uma melhor interiorização da utilidade e benefícios dos alongamentos, para a consciencialização daquilo que em permanência é dito e pedido nos treinos, aqui fica um resumo, conselho e benefícios que futuramente, perante Vosso interesse poderemos aprofundar.
Em primeiro lugar, alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular que promovem o estiramento das fibras musculares.

Conselhos básicos, que alertamos em permanência, aquando da execução:

Não se deve sentir dor durante a sua execução;
• Não forçar ou fazer movimentos de “oscilação”. Alongar simplesmente;
• É mais importante executá-los depois do esforço, mas não é demais recorrer a eles como forma de aquecimento.

Temos dito

Principais benefícios do alongamento:

• Reduzem as tensões musculares;
• Relaxam o corpo;
• Proporcionam maior consciência corporal;
• Deixam os movimentos mais soltos e leves;
• Previnem lesões; (em especial para o Paulo Marques)
• Preparam o corpo para actividades físicas;
• Activam a circulação.

Temos dito e desejamos aprender mais, com vocês...
Isto é importante ???????????????

ISTO É IMPORTANTE?

O aqui publicado terá esse sentido, cabe a cada um vós confirmar aplicação dessa IMPORTÂNCIA.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Presenças Treino 18Ago10

Fabio; Bragança; Nuno; Paulo Marques; Alexandre; João; Ricardo; Paulinho; Ruben; Edmundo; Dani; Costa

12 Atletas

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Presenças Treino 16Ago10

Fabio; Bragança; Chaneto; Salvador; Nuno; Paulo Marques; Alexandre; João; Ricardo; Paulinho; Ruben; Edmundo;

Presentes sem treinar
Tiaguinho; Dani;

Presentes 12 atletas para treino

sábado, 14 de agosto de 2010

Pré_Apresentação

Hoje, teve início a época 2010/2011 com o primeiro contacto directo com aqueles que serão os artesãos da equipa.
Pena é que apenas 6 atletas tivessem pautado pela comparecência, sendo certo que os faltosos terão argumentos para a sua falta.
Realçamos nas presenças um novo elemento no clube, o Nuno, a quem aqui desde já damos as boas vindas e como é nosso apanágio tudo faremos para que a integração seja perfeita. Tentaremos transmitir os nossos conhecimentos sempre com o sentido de fazer de todos melhores futebolistas e melhores homens sendo que, as vezes, não somos os melhores exemplos.
Os restantes a marcar presença são, como se diz na gíria popular, ferrinhos.
Alexandre
Paulo Marques
Paulinho
Ruben
Ricardo
A estes, claro, agradecemos a presença apesar do espírito “rebelde” de um ou outro menino que nós, as vezes, até apreciamos pois sendo usado no bom sentido, e com responsabilidade ajuda a cimentar concepções de vida.
A todos votos de uma excelente época futebolística conjugada a um forte grupo onde a compreensão e amizade prevaleça.
Até segunda no campo do Calvário e que sejamos muitos….

Sejam felizes, a vossa felicidade faz parte de nós


domingo, 8 de agosto de 2010

Calendário Jogos 2010/2011 Série 4 da A.F.Porto